Sobre nós

Lançada em Novembro de 2017, LES CORPS DANSANTS é uma plataforma digital dedicada a pensar e a debater a Dança enquanto uma variedade de dialectos e linguagens, a Dança como veículo de reflexão, de contemplação, de entretenimento e de debate urgente. Uma plataforma focada na área da Dança, mas não limitada a um território geográfico ou intelectual e como tal, iremos explorar os seus diferentes horizontes.
Falar da Dança é inevitavelmente falar do corpo. Falar da(s) história(s) da Dança, é inevitavelmente falar da(s) história(s) do corpo. O CORPO dançante, O CORPO espelho, o CORPO criador, o CORPO espírito, o CORPO performático, o CORPO pensante, o próprio CORPO, o CORPO em movimento, o CORPO errante, o CORPO livre, o CORPO dançante…Falaremos de todos eles. E de outros mais. O objectivo de LES CORPS DANSANTS é pensar a Dança, criar debate e discussão – dos tópicos mundanos aos menos óbvios.

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O que dizem de nós:

Diário de Notícias, 12 Novembro 2017: Plataforma ‘online’ Les Corps Dansants quer debater a dança e tirá-la da margem

Time Out Lisboa, 11 Novembro 2017: Les Corps Dansants: a nova plataforma online dedicada à dança

TSF, 12 Novembro 2017:  Plataforma ‘online’ Les Corps Dansants quer debater a dança e tirá-la da margem

Notícias ao Minuto, 12 Novembro 2017:  Plataforma ‘online’ Les Corps Dansants quer debater a dança e tirá-la da margem

O Jogo, 12 Novembro 2017: Plataforma ‘online’ Les Corps Dansants quer debater a dança e tirá-la da margem

FLUL Alumni, 30 Novembro 2017: Dança: Antiga aluna da FLUL lança plataforma inovadora

Espalha-Factos, 16 de Dezembro 2017:  O foco na dança em Les Corps Dansants

«The artist is the creator of beautiful things. To reveal art and conceal the artist is art’s aim. The critic is he who can translate into another manner or a new material his impression of beautiful things.

The highest as the lowest form of criticism is a mode of autobiography.

(…)

All art is at once surface and symbol. Those who go beneath the surface do so at their peril. Those who read the symbol do so at their peril. It is the spectator, and not life, that art really mirrors. Diversity of opinion about a work of art shows that the work is new, complex, and vital. When critics disagree, the artist is in accord with himself. We can forgive a man for making a useful thing as long as he does not admire it. The only excuse for making a useless thing is that one admires it intensely.

All art is quite useless.»

Prefácio de «Portrait of Dorian Gray», Oscar Wilde

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