Abril, mês da Dança | Agenda 2022

imagem de destaque Cascade, de Meg Stuart / Damaged Goods ©Martin Argyroglo

(Em atualização)

Festival Abril Dança em Coimbra

1 a 30 de Abril

Coimbra (várias localizações)

Bilhetes (vários preços)

Mais informações AQUI

“Após dois anos condicionados pela pandemia, a edição de 2022 regressa com um mês de abril de intensa atividade, marcado por mais de uma dezena de espetáculos, residências artísticas, quatro estreias nacionais, duas criações internacionais, duas criações para públicos escolares, workshops e masterclass, além da exibição de quatro filmes comentados, que convocam a dança para primeiro plano. Em abril, Coimbra dança de corpo inteiro o presente e o futuro.”

Feedback, de André Braga & Cláudia Figueiredo/ CRL – Central Elétrica, abre o Festival Abril Dança em Coimbra, dia 1 de Abril, às 21h, no Auditório do Teatro Académico de Gil Vicente ©Pedro Sardinha

DDD – Festival Dias da Dança (6ª Edição)

19 Abril a 1 de Maio

Porto/Matosinhos/Gaia (várias localizações)

Bilhetes (vários preços)

Mais informações AQUI

“O DDD – Festival Dias da Dança parte da vontade de ligação que se pode estabelecer, através da dança, entre as cidades do Porto, Matosinhos e Gaia.  

Realizado anualmente em torno do Dia Mundial da Dança, o DDD desenvolve, desde 2016, uma programação que atesta a diversidade estética e temática da Dança Contemporânea e que promove a deambulação entre diversas salas de apresentação e o espaço público nas três cidades da Frente Atlântica. 

O maior festival internacional de dança contemporânea em Portugal é organizado pelo Departamento de Artes Performativas da Ágora – Cultura e Desporto E.M. / Câmara Municipal do Porto, coorganizado pela Câmara Municipal de Matosinhos e pela Câmara Municipal de Gaia. Conta com o BPI e a Fundação “la Caixa” como mecenas e com o Alto Patrocínio do Presidente da República. 

Entre os parceiros de programação do DDD encontram-se diversas instituições como o Teatro Nacional São João, balleteatro, Serralves, Coliseu Porto Ageas, Palácio do Bolhão, mala voadora e Galeria Rampa. 

Em 2022, o DDD divide-se nas seguintes secções:

– DDD IN, que integra espetáculos de auditório e online;

– DDD OUT, reservada a espetáculos no espaço público, coprogramados com o balleteatro (Corpo + Cidade);

– DDD CAMPUS, aulas e workshops para profissionais e alunos de artes performativas, para além de outras atividades de cariz de mediação;

 –DDD LINKS, espetáculos apresentados no âmbito de parcerias de programação com quatro cidades: Viana do Castelo, Coimbra, Leiria e Mértola.”

Cascade, de Meg Stuart / Damaged Goods, é apresentada dias 28 e 29 de Abril, no Teatro Municipal do Porto – Rivoli, ©Martin Argyroglo

O limpo e o sujo, de Vera Mantero

13 Abril (qua), 21h

Culturgest, Lisboa

Bilhetes 14€ (descontos disponíveis)

Mais informações/Ficha técnica AQUI

“A obra de Vera Mantero movimenta-se entre duas necessidades: a interrogação da subjetividade e a interação com o mundo exterior (do qual os seres humanos são parte integrante). O Limpo e o Sujo foca a relação umbilical entre estas duas práticas, colocando-as no debate sobre a sustentabilidade da presença humana no planeta. Onde o discurso ecológico defende que precisamos de mudar a nossa maneira de viver e a nossa relação com o ambiente, Mantero vê um paralelo com as práticas artísticas, particularmente nas artes performativas: “Há um lugar significativo para o corpo nestas questões (…) é o lugar que providencia a ativação dos sentidos e do pensamento, e que intensifica as relações com tudo o que está à nossa volta. Tudo isto tem a ver com energia, movimento, intensidade e desejo, e isso é o que cria sentido na vida.”

Revisor, de Crystal Pite e Jonathon Young / Kidd Pivot

29 Abril (sex), 21h; 30 Abril (sáb), 19h

CCB, Lisboa

Bilhetes 21€ a 112€ (descontos disponíveis)

Mais informações/Ficha técnica AQUI

“O dramaturgo Jonathon Young e a coreógrafa Crystal Pite revisitam uma história cómica clássica para servir de base para a coreografia num autêntico híbrido de teatro e dança contemporânea. Em Revisor, os oito bailarinos da companhia Kidd Pivot incorporam o diálogo gravado por alguns dos melhores atores do Canadá, explorando o conflito, a comédia e a corrupção na potente relação entre a linguagem e o corpo. Dos criadores do espetáculo aclamado internacionalmente Betroffenheit (vencedor do Prémio Olivier de Melhor Nova Produção de Dança).”

Cherkaoui/Ramalho (symphony of sorrows, de Miguel Ramalho + Fall, de Sidi Larbi Cherkaoui), pela Companhia Nacional de Bailado

Até 3 de Abril (vários horários)

Teatro Camões, Lisboa

Bilhetes 10€ a 20€ (descontos disponíveis)

Mais informações/Ficha técnica AQUI

Cherkaoui/Ramalho é um programa que reúne duas obras distintas com atmosferas contrastantes.
Symphony of sorrows, do português Miguel Ramalho, também Primeiro Bailarino da CNB, estreou em 2020 e reflete uma profundidade e peso impressos num corpo de bailarinos coeso.
Fall, de Sidi Larbi Cherkaoui é uma ode ao Outono, que nos transporta numa ideia de melancolia que esta estação do ano nos transmite e que muitas vezes se reflete também na resiliência e flexibilidade contidas no espírito humano.
Num só programa, revisitamos o nosso repertório, com symphony of sorrows, e dançamos Fall, a primeira peça do conceituado coreógrafo Sidi Larbi Cherkaoui a entrar no repertório da CNB.”

Fall, coreografia Sidi Larbi Cherkaoui, com música de Arvo Pärt, interpretada pela Companhia Nacional de Bailado, Teatro Camões, Lisboa; © Hugo David/ CNB 2022

La Sylphide, de August Bournonville, pela Companhia Nacional de Bailado com Orquestra Sinfonietta de Lisboa

29 de Abril a 13 de Maio

Teatro Camões, Lisboa

Bilhetes 15€ a 25€ (descontos disponíveis)

Mais informações/Ficha técnica AQUI

“La Sylphide é considerado o primeiro bailado romântico da história da dança. Muito embora alguns dos seus componentes, como a utilização de pontas, de saias compridas de musselina branca e o recurso a personagens que evocam seres sobrenaturais não fossem uma novidade então, é com La Sylphide que estes elementos ganham uma maior dimensão e se tornam sinónimo de bailado romântico.

Estreado a 12 de Março de 1832 na Academia Real de Música em Paris, com coreografia de Filippo Taglioni e música de Jean Schneitzhoeffer, ganhou uma enorme popularidade junto do público.

Em 1836, August Bournonvile cria a sua versão coreográfica com uma nova partitura de Herman Löwenskjold para o Ballet Real da Dinamarca. Esta versão, que entrou no repertório da CNB em 1980, tornou-se também uma referência do trabalho deste mestre dinamarquês, continuando hoje em dia a ser dançada por todo o mundo.

La Sylphide relata a história do escocês James que, na manhã do seu casamento com Effie, sua noiva, é acordado por uma Sylphide, um ser alado por quem se sente imediatamente atraído. Não conseguindo deixar de pensar em Sylphide, corre para a floresta para a tentar encontrar e arranjar uma forma desta se tornar humana para que possam viver felizes para sempre. Mas o desenlace da história de James e Sylphide revela-se trágico. Ao envolvê-la numa écharpe com a intenção de a trazer para a esfera humana, esta morre.

A história de La Sylphide expressa os conflitos e inquietações existentes no período Romântico. As emoções eram mais intensas e, simultaneamente, havia um forte anseio por um mundo mais puro e genuíno. Quando as ideias entravam em conflito com o mundo sensível, a existência perdia a sua harmonia.”

La Sylphide, coreografia de August Bournonville, interpretada pela Companhia Nacional de Bailado, 1980, Teatro Nacional de São Carlos, ©Arquivo CNB

Amaramália 2020, de Vasco Wellenkamp, pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo

29 de Abril, hora a anunciar

Teatro Municipal de Ourém

Bilhetes brevemente disponíveis

Mais informações/Ficha técnica AQUI

“Comemoração do Centenário do Nascimento de Amália Rodrigues

AMARAMÁLIA 2020 apresenta-se como uma projeção imaginária, uma cerimónia sem tempo e personagens definidas. O seu espaço tanto poderá ser a geometria obscura das vielas e tabernas de Lisboa — na sua penumbra habitada —, como uma janela debruçada sobre a claridade de um lugar sem nome.

As flutuações do destino e das paixões humanas, a tristeza, a separação, a estranheza, o voo e o grito pela liberdade, ressurgirão como a expressão de um sentimento de vida incerta.”

Amaramália 2020, de Vasco Wellenkamp, interpretada pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, ©João Costa

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