Dançar Não Tem Preço | AGOSTO

Dançar Não Tem Preço é a rubrica do LES CORPS que divulga espectáculos e eventos de dança gratuitos ou de preço simbólico (até 5€). Queremos incluir nesta agenda mensal espectáculos, performances, oficinas e exposições de todo o país. Para divulgação, por favor envie informações para: redacao@lescorpsdansants.com.

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© divulgação / Folkmonção

Espectáculo

O Mundo a Dançar

1 de Agosto | 22h00 | Largo de Camões, Ponte de Lima 

2 de Agosto | 22h00 | Largo da Câmara, Melgaço

3 de Agosto | 22h00 | Jardim Municipal, Valença

Acesso livre

Inserido no Folkmonção

Os espectáculos contaram com a exibição de grupos folclóricos da Bolívia, do Chile, da Croácia, das Filipinas, do Japão, do México, da Rússia, da Sérvia e de Benim.

Mais info Folkmonção

Sónia-Baptista. Joana Dilão
© Joana Dilão

Espectáculo

Triste in English from Spanish (redux), de Sónia Baptista

1 e 2 de Agosto | 22h30 | Teatro Esther de Carvalho, Montemor-o-Velho

Preço à consideração do espectador

Inserido no Citemor

«Comecei a criar este trabalho a partir da minha tristeza, particular, tentando tocar, a partir dela, na tristeza do mundo, em geral – toca e foge, toquei eu – mas dei a volta ao mundo para voltar até à minha tristeza particular, no final. “Quanto mais se foge de uma coisa, mais perto ela permanece”. Eu não sou só triste, também me troco toda e troco-me as voltas.

Why sad? Why not? Como não ser coisa viva e não ficar triste com o estado do mundo? Como não ficar ainda mais triste quando já se é triste, por natureza, efeito, defeito, ou genética?

Apercebi-me que o discurso deste trabalho, tanto naquilo que escrevi para dizer, está enraizado num conceito, ou movimento artístico (será?), a que chamei: Psico-Poética do Browser (Zizek, eat your heart out). Apercebi-me que, no decorrer desta nossa longa investigação, ia juntando fragmentos, frases, ideias, buscas, que apontavam uma reflexão sobre o estado do mundo ( o mundo tem de acabar!) e sobre o estado das pessoas (em particular as mulheres) em relação ao mundo e em relação à Terra, planeta cada vez menos natural. As minhas raízes são ecofeministas, eco-queer, holístico-filosóficas, estranhas, entranhas. Essas raízes desenterraram outras preciosidades, muito sérias, pouco sérias, absurdas, vulneráveis,  numa espécie de anatomia da tristeza, como espaço gerador, como espaço de partilha, como espaço que gera a dor e a esperança. Esperança em quê? Não sei bem, não tenho respostas, mas, se comigo insistissem, eu diria: No amor. 

Olhar a tristeza e a morte nos olhos não é fácil mas é necessário. Para melhor viver, senão tranquilamente, pelo menos de uma maneira interessante. “Queres ser uma pessoa feliz ou interessante?” Entre o choque e o assombro diários.» Sónia Baptista

Concepção, direcção artística, escrita e interpretação Sónia Baptista
Co-criação e interpretação Márcia Lança, Carolina Campos, Joana Levi, Cleo Tavares, Paula Sá Nogueira e Ana Libório
Espaço Cénico Raquel Melgue, Frame
Música Raw Forest, Bleid, Sonja
Filme Super 8 Aya Koretzky
Vídeo Héloise Màrechal
Desenho de luz Daniel Worm
Figurino Lara Torres
Retratos Ana Vidigal e Anne-Sophie Tschiegg
Consultora Boxing Project Stephanie Spindler
Consultoras científicas Liliana Coutinho e Maria Sequeira Mendes
Design e manufactura de Livro Raquel Melgue e Lara Boticário
Escritoras Marília Garcia, Carla Diacov, Júlia de Carvalho Hansen, Angélica Freitas, Nina Rizzi, Adelaide Ivanova, Erika Zingaro, Ingrid Carrafa, Virna Teixeira, Francine Jallegas, Rita Isadora Pessoa e Júlia Rocha
Assistência técnica Isidro Paiva
Assistência dramatúrgica Patrícia Azevedo Silva

Mais info Citemor

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© Carolina Cunha

Espectáculo

L I M B O, de André Russo

2 e 3 de Agosto | 21h30 | A Bruxa Teatro, Évora

Preço: 5€

«L I M B O – Projeto de dança contemporânea com a direção de André Russo, que reúne dois intérpretes não-profissionais com percursos distintos na dança – André Mira e Soraya Marques.»

Direcção André Russo
Interpretação André Mira, Soraya Marques e André Russo
Assistência coreográfica Joana Leonardo
Música Anouar Brahem, Machinefabriek, Max Richter e Michael Galasso

Mais info André Russo

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© André Marques

Espectáculo

Síndrome, pela Companhia Olga Roriz

3 de Agosto | 21h30 | MUDAS – Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Calheta

Preço: 5€

Inserido no MUDASHOTsummer

«Síndrome parte de Antes que matem os Elefantes transformando-o num novo espaço, solitário e individual, envolto num ambiente de utopia como uma suspensão da realidade, em busca do que ficou esquecido, do que se perdeu.
Vive-se a verdade, as expectativas, as aspirações e desencantos.
Baralham-se as convenções, e faz-se daquele lugar um outro, ou apenas um palco a existir como tal, numa relação entre o ser humano, o tempo, o espaço e a matéria.
Naqueles corpos reconstroem-se os afetos, o mundo imprime-se no olhar, no rosto, no corpo e nas palavras, em direção a outros caminhos do sentir.

Este lugar acolhe as personagens assim como as atira para fora quando a sua função se esgota.
Síndrome é o oposto de Antes que matem os Elefantes, é o oposto da realidade, nada é palpável ou definível.
Síndrome, sendo em seguimento de uma peça sobre a guerra, por oposição, encontra-se num nenhures, num tempo depois do tempo antes, num tempo antes de sabermos.
Síndrome é uma miragem.
O lugar está lá antes de tudo mas não existe.
O pulsar da luz marca o início de toda a ação. Desvendando e ocultando o que está para vir ou o que nunca existiu.
Ouvem-se memórias de guerra, descrições de casas destruídas, imagens ausentes de homens, mulheres e crianças.
Cada um procura reconstruir-se, exaltando, lamentando, retraindo-se ou abandonando-se ao desejo.» Olga Roriz

Direcção, espaço cénico e figurinos Olga Roriz
Interpretação André de Campos, Beatriz Dias, Bruno Alexandre, Bruno Alves, Carla Ribeiro, Francisco Rolo e Marta Lobato Faria
Selecção musical Olga Roriz e João Rapozo
Música Sinfonia nº4 de Arvo Part (gravação da Orquestra Filarmónica de Los Angeles, conduzida ppr Esa-Pekka Salonen), excerto do som do filme “Satantango” de Béla Tarr e Max Richter, Kroke
Desenho de luz Cristina Piedade
Acompanhamento dramatúrgico Sara Carinhas

Mais info MUDASHOTsummer

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© Carlos Sá Pereira

Filme

Dancing Grandmothers – Eun-Me Ahn no Teatro Rivoli, de Carlos Sá Pereira

3 de Agosto | 21h59 | RTP 2

Acesso livre

«Uma coreografia de Eun-Me Ahn baseada nas vidas e nos gestos das avós coreanas. Uma viagem através do tempo e do movimento que se transforma num transe coletivo.

Uma mistura de flores, riscas e bolinhas, um mundo urbano moderno e um mundo rural coreano, o folclore e a música eletrónica, o movimento e o vídeo, jovens e idosas; tudo junto para transformar o palco numa pista de dança gigante. Será isto uma poção mágica para despertar as mentes mais conservadoras para uma festa em pleno palco? 
Descoberta em 2013 pela Europa da dança contemporânea, através dos vários convites para apresentar os seus espetáculos em França, Eun-Me Ahn foi apelidada de Pina Bausch de Seul. O espetáculo Dancing Grandmothers fará do palco uma pista de dança gigante, que junta a energia indestrutível das avós coreanas e os jovens bailarinos da companhia de Eun-Me Ahn.» RTP 2

Realização Carlos Sá Pereira, 2017

Mais info RTP 2

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© Telmo Rocha

Espectáculo

Blindness – Ensaio Sobre a Cegueira, de Nélia Pinheiro, pela Companhia de Dança Contemporânea de Évora

3 de Agosto | 22h00 | Mercado Municipal, Évora

Entrada livre

Estreia

Inserido no Artes à Rua

«Ensaio sobre a Cegueira inspirada na obra com o mesmo título de José Saramago, é o culminar de um percurso de experimentação coreográfica, em torno do comportamento do corpo humano perante situações de crise e violência.

Os conflitos interiores, o medo, o individualismo como forma natural de existir, as questões éticas e morais associadas ao comportamento em sociedade, elencam a natureza temática e comportamental dos bailarinos. Em cena, a natureza humana é exposta de forma crua, sem emoção, para suscitar ativação do espetador.

Com um formato próximo da instalação artística, coreográfica, a criação apresenta uma linguagem experimental, tanto ao nível visual, como ao nível do posicionamento do corpo no movimento e na cena.

Os elementos chave obra de Saramago surgem como indutores da linguagem dramatúrgica, que desenvolve uma metáfora acerca do comportamento humano individual e coletivo, um discurso contemporâneo sobre a condição humana.» CDCE

Direcção e coreografia Nélia Pinheiro
Interpretação Gonçalo Almeida Andrade, Miguel Ramalho e Nélia Pinheiro
Ambiente sonoro Gonçalo Almeida Andrade
Figurinos José António Tenente
Desenho de luz Nuno Meira

Mais info Artes à Rua

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© divulgação / Alto Mondego Rede Cultural

Espectáculo

Volta, de Aldara Bizarro

7 de Agosto | 22h00 | Praça do Município, Gouveia

16 de Agosto | 22h00 | Mercado Municipal, Fornos de Algodres

Entrada livre

«Volta é um projeto de pesquisa e criação coreográfica que pretende ligar a dança contemporânea às danças tradicionais da Serra da Estrela e que se desenvolve nos Municípios de Fornos de Algodres, Gouveia, Mangualde e Nelas. A iniciativa procura criar conexões entre as entidades locais que fomentam a prática da dança tradicional, como ranchos folclóricos e coletividades, e profissionais de dança contemporânea, reconhecidos pela sua experiência e qualidade no desenvolvimento de trabalhos com a comunidade.
O projeto tem como principais objetivos a criação de um objeto artístico com pertinência no contexto atual das artes performativas, e a valorização das populações, tradições e culturas autóctones aproximando-as do meio da arte contemporânea. Para isso, salienta-se o trabalho de identificação, documentação e comparação dos vários tipos de dança tradicional dos territórios, com o intuito de recuperar e preservar o património, e o recurso a parcerias com escolas de dança, universidades, associações e grupos locais, que farão o acompanhamento do projeto na sua vertente teórica e prática.» Alto Mondego Rede Cultural

Mais info Alto Mondego Rede Cultural

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© Adaeze Aninwezelow

Performance

Nebulosa, de Vanessa Antunes

8 de Agosto | 19h00 | Espaço Alkantara, Lisboa

Entrada livre

Inserido no Portas Abertas

«É a materialidade cênica de uma pesquisa em torno do preto: da cor, da luminosidade, da pele, da ancestralidade e dos deslocamentos diaspóricos.

Um solo em dança. Um trabalho colaborativo entre a performer Vanessa Nunes e o artista visual Arthur Doomer, que se iniciou durante a residência Borrão, no CAMPO arte contemporânea, em Teresina, Brasil.

Nebulosa é apresentado no Espaço Alkantara no contexto da residência artística Plantas e Fantasmas de Bruno Moreno, que conta também com a colaboração de Vanessa Nunes.» Alkantara

Mais info Alkantara

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© divulgação / Alkantara

Performance

Plantas e Fantasmas, de Bruno Moreno

13 de Agosto | 19h00 | Espaço Alkantara, Lisboa

Entrada livre

Inserido no Portas Abertas

«Este projeto nasce da necessidade de criar tecnologias que considerem o feitiço e a magia como ferramentas para nos afastar do assombro de um mundo desencantado. Como olhar para os mortos que gostaríamos de exumar e cantar as vogais de vossos nomes para criar um buraco por onde eles possam dançar e cantar nosso corpo. Esta residência debruça-se sobre a possibilidade de fazer alianças com outros seres. Entrar em negociação com a nossa memória inventada sobre danças que nunca dançamos, insistindo em olhar para o passado de frente com a boca aberta, a boca que tudo come de Exú, aquele que nasceu antes da própria mãe. E assim, desestabilizar a noção linear do tempo histórico e apostar na encruzilhada como espaço de ação coreográfica, onde o trânsito entre mundos inacabados se pode dar, onde nosso corpo pode rodar e, ao sair de si, encantar o espaço.» Alkantara

Mais info Alkantara

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© divulgação / Vortice Dance Company

Espectáculo

Magnificat – Padre Formigão, o Apóstolo de Fátima, pela Vortice Dance Company

15 de Agosto | 15h30 | Santuário de Fátima, Ourém

Entrada livre

Estreia

«Fazendo uso de diversas valências artísticas, pretendemos sublinhar nesta obra a importância do Cónego Formigão na história e na mensagem de Fátima, já que o seu papel se destacou desde os primeiros contactos e interrogatórios aos Pastorinhos, na investigação e divulgação da mensagem de Fátima e na fundação de uma congregação religiosa» Cláudia Martins e Rafael Carriço

Mais info Vortice Dance Company

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© Susana Paiva

Espectáculo

Impulso Citemor, de Rocío Molina

17 de Agosto | 22h30 | Sala B, Montemor-o-Velho

Preço à consideração do espectador

Inserido no Citemor

«Rocío Molina regressará a Montemor-o-Velho para fechar o programa do festival. Em residência de criação, desenvolverá um site specific para a sua série designada “Impulsos”, um conjunto de performances em que a artista se lança na conquista de espaços e situações improváveis: um parque, uma praça, a margem de um rio, um museu, espaços públicos ou privados, improvisando e descobrindo novos caminhos, lançando as sementes de uma próxima criação.» Citemor

Mais info Citemor

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© divulgação / Castelo de São Jorge

Baile

Danças e Música no Paço – Século XV

18 de Agosto | 11h00 | Castelo de São Jorge, Lisboa

Entrada livre até às 14h00

«Século XV, período de formação e sedimentação da língua portuguesa, com Fernão Lopes e Sá de Miranda em plano de destaque e com a tradição trovadoresca em pano de fundo. Lentamente, o idioma vai-se libertando do latim, pois até já os documentos oficiais ou vernáculos dispensam a língua de Virgílio e de Ovídio para passarem a ser escritos e lidos em voz alta no português do tempo das caravelas.

A poesia, é o seu veículo mais primoroso.

Ao mesmo tempo, a dança afirma-se cada vez mais, assente na eterna tradição popular e na pujante cultura cortesã. A união entre ambas – voz e corpo – era inevitável.

Eis, pois, a palavra e a dança do século XV acompanhadas por instrumentos de ‘música alta’ tais como a sacabuxa, a charamela/gaita e percussão.» Castelo de São Jorge

Mais info Castelo de São Jorge

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© divulgação / Marta Cerqueira

Espectáculo

#4Ar | Dança de Materiais Inertes, de Simão Costa e Marta Cerqueira

30 de Agosto | 21h30 | Convento São Francisco, Coimbra

Entrada livre

Inserido no Dar a Ouvir

«Nasce da vontade de olhar o invisível. Agarrar o atmosférico. Apostar numa visão antropodescentrada, olhar uma realidade com presença, sem pertença.  Deslindar um virtual com materialidade. O ar em movimento, musical, dançante.» Convento São Francisco
 
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© Guntram Walter

Espectáculo

TAO, de Photini Meletiadis

30 e 31 de Agosto | 18h30 | Praça Dr. Alberto Manuel Avelino, Torres Vedras

Acesso livre

Inserido no Novas Invasões

«Uma peça de dança que explora as constantes da transformação. 

No TAO, a espiral destra é um sinal de criação. De um dado ponto, a luz (igual a toda a existência) espalha-se para o exterior / para o fora. O símbolo do TAO (Dào): Yin Yang é uma espiral. A espiral constitui-se símbolo da mudança, da leveza e da ordem interna de todo ser. O caminho da espiral é o caminho que se realiza para o interior e, novamente, para o exterior. 

A espiral esquerdina é um sinal de retorno à unidade, porque do lado de fora, o caminho tende a fazer-se na direção do si mesmo, representando a conversão interior do homem e a sua renovação espiritual e física.

 
Podemos encontrar a forma da espiral em toda a natureza: universo, caracóis, conchas, plantas, árvores ou teias de aranha. Também, o nosso ADN é organizado em espiral. A espiral manifesta-se como símbolo do nascimento, da vida e da morte. A trindade, pai, mãe e filho / corpo, mente e alma  o poder criativo perfeito do Universo. 

Nesta performance, as plantas serão utilizadas para definir diferentes formas nesse espaço que a intérprete habita e por onde se move em diferentes direções, alterando constantemente as atmosferas com som, movimento e variações espaciais.» Novas Invasões

 
Mais info Novas Invasões
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© Phillipe Laurençon

Espectáculo

Contigo, de João Paulo Santos e Rui Horta

30 de Agosto | 19h30

31 de Agosto | 20h00 | Praça Dr. Alberto Manuel Avelino, Torres Vedras

Acesso livre

Inserido no Novas Invasões

«Um singular e arriscado espetáculo criado por João Paulo Santos e Rui Horta. Em Contigo o mestre do mastro chinês e o coreógrafo fundem as suas linguagens artísticas e distintas perceções do corpo numa espetacular performance que já correu mundo.

Entre o céu e a terra, o intérprete explora a raiva e a solidão. Um espetáculo de emoções fortes e com a mestria de um dos maiores executantes de sempre de mastro chinês.» Novas Invasões

Direcção artística João Paulo Santos e Rui Horta
Coreografia Rui Horta
Música Tiago Cerqueira e Vitor Joaquim
Interpretação João Paulo Santos
Figurino Pedro dos Santos

Mais info Novas Invasões

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© divulgação / Município de Torres Vedras

Espectáculo

Space Invaders, de Jonas Runa

30 e 31 de Agosto | 00h00 | Chafariz dos Canos, Torres Vedras

Acesso livre

Inserido no Novas Invasões

«Jonas Runa propõe uma performance inédita, com o fato de luz ‘Oumuamua, criado em colaboração com a designer de moda Alexandra Moura. O espetáculo foi concebido especificamente para o Festival Novas Invasões.
 
‘Oumuamua é o nome do primeiro objeto interestelar detetado ao passar pelo Sistema Solar – mensageiro de um passado remoto e distante, que pôde ser alcançado pela humanidade. O viajante desafia a ordem e a regularidade das órbitas dos planetas, e do seu movimento elíptico: enquanto visitante temporário, move-se segundo trajetória fortemente hiperbólica.
 
Em Space Invaders, anunciam-se os limites sonoros dos confins do Cosmos, do murmúrio dos átomos ao canto longínquo de aglomerados de galáxias. O vórtice dessa energia sonora são os desejos irrealizados do caminhante, sem rumo definido, que a cada passo se deixa levar para qualquer itinerário-destino de horizontes virtuais…
 
O performer é o mensageiro longínquo, e propõe uma viagem sonora, lumínica e performática, desdobrando-se num fluxo de improvisações, e fundindo-se num discurso aberto em permanente ação. A performance, como o sonho, é feita de frequências energéticas que são desejos inefáveis, processo infinito de sistemas que se esgotam, dissipam ou desaparecem na entropia e se ordenam em sucessões na neguentropia; desgaste e regeneração – do inconsciente ao subconsciente.
 
As mil e duzentas lâmpadas LED instaladas no fato são programáveis individualmente até dezasseis milhões de cores, e organizam-se segundo vinte estruturas pré-estabelecidas. No entanto, no interior de cada uma das estruturas, existem processos aleatórios, estocásticos e caóticos, que permitem efeitos luminosos sempre diferentes.
 
Dança, música, performance e artes plásticas são assim congregadas num mensageiro enviado das profundezas do Universo.» Novas Invasões

Mais info Novas Invasões

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© divulgação / Novas Invasões

Baile

Baile Gaiteiro

31 de Agosto | 22h00 | Praça Sr. Vinho, Torres Vedras

Acesso livre – participação sujeita a inscrição

Inserido no Novas Invasões

Mandador Carlos Pedro Alves
Parceiros Associações com dança do Concelho de Torres Vedras; Executantes de Gaitas de Foles de Torres Vedras; Grupo de Danças Históricas da Batalha do Vimeiro

Inscrições aqui até 4 de Agosto

Mais info Novas Invasões

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