Dançar Não Tem Preço | JUNHO

Dançar Não Tem Preço é a rubrica do LES CORPS que divulga espectáculos e eventos de dança gratuitos ou de preço simbólico (até 5€). Queremos incluir nesta agenda mensal espectáculos, performances, oficinas e exposições de todo o país. Para divulgação, por favor envie informações para: redacao@lescorpsdansants.com.

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© divulgação / Serralves em Festa

Espectáculo

Lugar de Contactos, de Joana Providência, com a ACE Escola de Artes

1 de Junho | 12h30 e 16h00 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«“Lugar de Contactos” é um projeto coreográfico da ACE Escola de Artes desenvolvido em torno do universo da obra da Pina Bausch, com especial foco no seu trabalho Kontakthof (lugar de contactos). Partindo do método “baushiano” de interpelação dos seus intérpretes/dançarinos através da entrega de questionários como fonte de inspiração, a coreógrafa Joana Providência apresenta em “Lugar de Contactos” uma série de situações onde o tema do amor se desdobra em contactos tímidos, agressivos, fugidios ou exuberantes.» Serralves em Festa

Coreografia Joana Providência

Mais info: Serralves em Festa

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© Vera Marmelo

Performance

Cortado por todos os lados, aberto por todos os cantos, de Gustavo Ciríaco

1 de Junho | 13h00 e 17h00 

2 de Junho | 12h30 e 15h30 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«Teatro, em sua origem grega “theatron”, significa lugar de onde se vê. CORTADO POR TODOS OS LADOS, ABERTO POR TODOS OS CANTOS, concebido pelo artista brasileiro Gustavo Círiaco chama-nos para este primeiro instante de ativação do teatro, onde o espectador posiciona-se num lugar com vista e transporta-o para o museu. Inspirado no modo subtil como os artistas minimalistas incluíam algum tipo de interação em suas obras, CORTADO POR TODOS OS LADOS, ABERTO POR TODOS OS CANTOS adota o mesmo procedimento para reconfigurar o interior e o exterior da Casa e Parque de Serralves numa exposição itinerante através da arquitetura como escultura expandida.» Serralves em Festa

Concepção e direcção artística Gustavo Ciríaco
Assistência de direcção Sara Zita Correia
Performance e colaboração Rodrigo Andreolli, Sara Zita Correia e Tiago Barbosa e artistas participantes do curso de Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica – Ana Rita Xavier, Arianna Romano, Carlos Alves, Catarina Saraiva, Elsa Pereira, Fabricio Silva, Gabrielle Mendieta, Ioanna Toliou, Lara Serpi, Larissa Dias, Maria Inês Costa, Maria Pyatkova, Matilde Tudela, Sofia Alvernaz e Thamiris Carvalho
Sonoplastia Bruno Humberto
Desenho de luz Tomás Ribas
Cenografia Sara Vieira Marques
Figurino Sara Zita Correia

Mais info: Serralves em Festa

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© Laurent Friquet

Espectáculo

Céu, de Volmir Cordeiro

1 de Junho | 18h00 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«“Céu” foi o primeiro solo que o coreógrafo e intérprete Volmir Cordeiro assinou como autor e onde procura experimentar a personificação de outras vidas condenadas ao desaparecimento, à exclusão e à marginalidade. Através de um processo de intensificação da memória de corpos de mendigos, camponeses, prostitutas e imigrantes, Volmir dança a energia e o vigor desses seres anónimos, presenças isentas do desejo de possuir um nome ou conquistar uma autoridade social. O coreógrafo brasileiro tenta, neste espectáculo, uma aproximação corporal, simbólica e imaginária com uma parcela da humanidade, composta por aparências inquietantes, corpos miseráveis, vergonhosos, embaraçantes e renegados pela história. Sobre esta peça, Volmir Cordeiro refere: O céu é um espaço infinito que abarca tudo. O céu garante o andamento das coisas. O céu deixa vir. Escolhi chamar este solo Céu porque o céu não privilegia ninguém, nenhum momento, nenhum ser. Do céu, eu retirei a abertura como principal virtude, e fiz dela a morada desta dança. […]» Serralves em Festa

Coreografia e interpretação Volmir Cordeiro

Mais info: Serralves em Festa

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© divulgação / Serralves em Festa

Espectáculo

Efeméride, de Carlos Silva e Luís Marrafa, pelo Balleteatro

1 de Junho | 18h30 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«“Efeméride” é um espetáculo da dupla de criadores Carlos Silva e Luís Marrafa, criado no âmbito das celebrações dos 30 anos de existência da Fundação Serralves e do Balleteatro Escola Profissional. É uma viagem arrojada e festiva, que lança um olhar atento à mecânica da socialização, através da qual o indivíduo se integra num grupo, adquirindo os seus valores característicos. A peça envolve todos os alunos dos cursos de dança e teatro do Balleteatro, numa colaboração que tem como desígnio principal fundir as duas celebrações numa festa, trazendo à criação os domínios da música, da literatura, do teatro e da dança.» Serralves em Festa

Direcção e coreografia Carlos Silva e Luís Marrafa
Música original
Luís Marrafa
Interpretação
Todos os alunos dos cursos de dança e teatro do Balleteatro Escola Profissional

Mais info: Serralves em Festa

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© divulgação / Serralves em Festa

Espectáculo

Cribles Live Porto, de Emmanuelle Huynh

1 de Junho | 19h30 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«Cribles / Live Porto une onze intérpretes e seis músicos em palco apoiados sobre uma sólida composição coreográfica que tem como protagonista a obra Persephassa de Iannis Xenakis. Os músicos, segundo o dispositivo inventado por Xenakis, circunscrevem a cena, rodeando bailarinos e espectadores. A espacialização da música e a escrita da partitura instauram assim uma terceira dimensão no espaço teatral que resulta desta relação de energias em consequência do seu efeito sonoro mas também da força e determinação dos corpos dos intérpretes envolvidos. “Vemos música ou ouvimos dança?”» Serralves em Festa

Concepção e coreografia Emmanuelle Huynh
Música Iannis Xenakis
Direcção do trabalho de transmissão Ayse Orhon
Interpretação Catarina Feijão, Renato Vieira, Dinis Santos, Duarte Valadares, Cristiana Rocha, Oirana Moraes e Sara Bernardo, Agathe Juvenez, Bernardo Santo-Tirso, Carolina Vasconcelos e Pedro Galante
Interpretação musical Drumming Grupo de Percussão – Pedro Oliveira, Saulo Giovannin, João Tiago Dias, Bruno Felix, Marta Palma, Jonathan Silva e Vitor Castro, sob a direcção de Miguel Bernat

Mais info: Serralves em Festa

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© Rita Carrilho

Espectáculo

Lano Kaj Neĝo (A Lã e a Neve), de Miguel Pereira, pela ASTA

1 de Junho | 21h30 | mala voadora, Porto

Preço: 5€

7 de Junho | 21h30 | Pax Julia Teatro Municipal, Beja

Preço: 3€

14 de Junho | | Teatro Municipal da Guarda

Preço: 5€

«Lano kaj Neĝo debruça-se sobre a obra de Ferreira de Castro “A Lã e a Neve”, um símbolo para a identidade social e cultural da região da Beira Interior, para além de ser uma referência da literatura nacional. Interessou-me encontrar um veículo que servisse, por um lado, o contexto local e, ao mesmo tempo, projetasse as questões e anseios da nossa humanidade. A peça acompanha o percurso de Horácio, de pastor em Manteigas, ansiando um dia reunir as condições financeiras para poder ter a casa que sonha para viver com a sua família, até se tornar tecelão numa fábrica na Covilhã e confrontar-se com a dura realidade do operariado. Enquadrada nos anos 40 do séc. XX, durante o período da Segunda Guerra Mundial e com a ditadura em Portugal como pano de fundo, olha-se para a serra isolada e para as condições precárias em que vivem aqueles serranos, e olha-se para o auge do mundo industrial e têxtil na Covilhã, onde o trabalho se torna uma reivindicação social importante. Ferreira de Castro coloca-nos perante a busca incessante dos homens e das mulheres por melhores condições de vida, esperando que um dia chegue esse tal “mundo novo” a que todos aspiram.» ASTA 

Direcção Miguel Pereira
Texto Ferreira de Castro
Interpretação Bruno Esteves, Carmo Teixeira e Sérgio Novo
Consultoria artística Miguel Rainha
Desenho de luz Miguel Pereira com Bruno Esteves e Pedro Fonseca/coletivo ac
Figurinos Jorge Mendes

Mais info: mala voadora; Pax Julia Teatro Municipal; Teatro Municipal da Guarda

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© Jean-Marc Birraux

Filme

The Roots, de Kader Atou, por Jean-Marc Birraux

1 de Junho | 22h15 | RTP 2

Acesso livre

«O bailarino e coreógrafo francês Kader Attou, diretor do Centro Nacional Coreográfico de La Rochelle, mergulha no passado em busca das raízes e da memória corporal. 
Em The Roots analisa o passado do hip hop criando um espetáculo tão poderoso quanto sensível. Após vinte anos na companhia Accrorap, onde teve contacto com diferentes culturas, Kader Attou desejava regressar às suas primeiras sensações, às suas raízes. The Roots é acima de tudo uma aventura humana, uma jornada interpretada por onze talentosos bailarinos de hip hop, que formam um grupo em total simbiose. A música tem um papel importante, evocativo e poderoso. Brahms, Beethoven e música eletrónica abrem as portas a essa humanidade que dança. 
Na poética dos corpos em movimento, Kader Attou busca uma dança carregada de emoção e sentimento, numa visão muito humanista da dança.» RTP 2

Coreografia Kader Attou
Cenografia Olivier Borne
Figurinos Nadia Genez
Criação sonora original Régis Baillet / Diaphane
Desenho de luz Fabrice Crouzet
Interpretação Kader Attou, Si´hamed Benhalima, Babacar “Bouba”Cissé, Bruce Chiefare, Virgile Dagneaux, Erwan Godard, Mabrouk Gouicem, Kevin Mischel, Artem Orlov, Mehdi Ouachek, Nabil Ouelhadj, Maxime Vicente
Realização Jean-Marc Birraux, 2013

Mais info: RTP 2

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© Lais Pereira

Espectáculo

The Big Show SEF, de Miguel Pereira

1 de Junho | 22h30 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«The Big Show SEF é um espetáculo de variedades que pretende celebrar os 16 anos do Serralves em Festa (SEF), este ano integrado no 30.º aniversário da Fundação de Serralves. Recorrendo às memórias, testemunhos e sensações de atores e espetadores que construíram, ao longo de 16 edições, a fantástica história do SEF, procuraremos criar, com a cumplicidade e a presença de muitos convidados, um momento festivo e esfuziante, que faça jus ao espírito do festival.» Serralves em Festa

Direcção artística Miguel Pereira
Assistência e apoio dramatúrgico Luísa Veloso
Colaboração e participação especial Dj Urânio e MC Sissi e outros convidados surpresa

Mais info: Serralves em Festa

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© divulgação / Serralves em Festa

Espectáculo

Bailado para Facas, Talheres, Motosserras e Fantasmas, pela Companhia Instável

2 de Junho | 10h00 e 14h00 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«Bailado Para Facas, Talheres, Motosserras e Fantasmas é um espetáculo que joga com a ideia de dança e movimento, parodiando alguns aspetos técnicos e revisitando o universo que une muitos adultos e crianças: o fascínio pelo terror, pelo fantástico, pelo incompreensível. Um ballet feito de sons, objetos do quotidiano e fantasmagorias de sons, que deve tanto ao teatro (sobretudo ao teatro de feira, tradição perdida) como aos contos infantis, à música, ao circo ou à opereta. Como dança um serviço de jantar? Ou três copos? Uma motosserra pode bailar?» Serralves em Festa

Mais info: Serralves em Festa

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© divulgação / Câmara Municipal de Ourém

Oficina

Danças com Família, com Dulce Maurício

2 de Junho | 11h00 | Casa do Administrador, Ourém

Preço: 2€, sujeito a inscrição

Para crianças dos 3 aos 8 anos

«De uma forma descontraída e divertida, crianças e adultos em família, fazem uma viagem por diferentes danças do mundo. Criatividade, ritmo e exploração livre de movimento são o mote desta oficina de dança.» Câmara Municipal de Ourém

Inscrições: 249 540 900; 919 585 003; museu@mail.cm-ourem.pt 

Mais info: Câmara Municipal de Ourém

© divulgação / Alkantara

Conversa

Archiving performance, performing the archive, com Vânia Rovisco

2 de Junho | 14h00 | Espaço Alkantara, Lisboa

Entrada livre

Inserido no Archiving Performance

«Nesta sessão convidamos Vânia Rovisco para uma conversa sobre o projeto REACTING TO TIME — Portugueses na Performance.
Nos anos em torno da Revolução de 25 de Abril de 1974 uma dinâmica peculiar pautou a atividade artística portuguesa: num país fechado sobre si mesmo, fora dos circuitos e moldes convencionais de apresentação, um conjunto de eventos colocaram Portugal em sintonia com as questões e com as práticas que animavam a vanguarda artística internacional. O experimentalismo performativo dos anos 70 e 80 do século XX, onde o corpo assumiu um novo lugar na prática artística, atravessou as diferentes áreas artísticas, trazendo novas modalidades de composição, apresentação e experiência.
REACTING TO TIME – Portugueses na performance, procura atualizar a especificidade da memória corporal destas primeiras experiências. Aceder à origem dessa informação, atualizá-la pela transmissão da experiência direta e apresentá-la publicamente, são os objetivos deste projeto. Trata-se de constituir um arquivo vivo, tornado presente nos corpos. Vânia Rovisco desenvolve um trabalho de contextualização e de investigação e trabalha com os primeiros agentes da performance em Portugal, na atualização destes trabalhos inaugurais para posteriormente os transmitir. Trata-se de toda uma linhagem não transferida, um passado pouco ou nada presente.» Archiving Performance

Mais info: Archiving Performance

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© divulgação / Serralves em Festa

Mostra

Exercícios de Retrospecção + Baptismos de Voo

2 de Junho | 14h00 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«Baptismos de Voo + Exercícios de Retro-Projeção é uma mostra de trabalhos performativos, de curta duração, criados por alunos das pós-graduações em Dramaturgia e Argumento e em Dança Contemporânea, no âmbito das disciplinas Oficina de Escrita e Oficina Coreográfica, respetivamente, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. […]
Os projetos dos “Exercícios de Retro-Projeção” baseiam-se em documentos e relatos biográficos. A apresentação destes trabalhos é uma etapa do processo de criação do guião ou peça de teatro, sendo também uma performance válida por si só, que, ao ser apresentada em público, permite refazer a relação das suas autoras com os temas e os objetos em causa.» Serralves em Festa

Baptismos de Voo integra as seguintes peças
Nina, de Beatriz Valentim
Quem sabe se podemos começar de novo, de Hugo Magalhães
Papagaio, de Maria Gameiro Micaelo

Exercícios de Retrospecção integra as seguintes peças
Hora do nascer do sol, de Carina Ferrão
Correspondência amorosa, de Cecília Ferreira
Fotografia de casamento, de Flora Miranda
Luto, de Laura Avelar Ferreira
Expulsões, de Vanda R. Rodrigues

Mais info: Serralves em Festa

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© Miguel Bonneville

Performance

MB#4 OFF, de Miguel Bonneville

2 de Junho | 18h00 | Espaço Alkantara, Lisboa

Entrada livre

Inserido no Archiving Performance

«MB#4 OFF é o reconhecimento de que não faria sentido voltar a apresentar a performance Miguel Bonneville #4 após a sua estreia. Tendo mais duas apresentações marcadas (tudo isto no final de 2007), decidi apresentá-la noutro formato – um formato que se aproximasse de uma palestra. Fazia mais sentido falar sobre o processo do que repeti-lo. O registo da performance é projectado atrás de mim, enquanto partilho as histórias que me levaram a criá-la e a não querer voltar a apresentá-la, abrindo um espaço confessional.» Miguel Boneville

Direcção e interpretação Miguel Bonneville
Música Original e sonoplastia BlackBambi
Assistência e registo documental Sofia Arriscado

Nota: A performance será seguida de conversa com Miguel Bonneville e Paula Caspão

Mais info: Archiving Performance

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© Marc Domage

Performance

Rua, de Volmir Cordeiro

2 de Junho | 18h00 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«Em “Rua”, o coreógrafo e bailarino Volmir Cordeiro encarna múltiplos corpos e rostos. O espaço, percorrido e atravessado pelo bailarino, redesenhado pelos seus movimentos, converte-se numa abstração aberta, enquanto condensa no seu corpo as mais diversas e marginais personagens da fauna urbana. Volmir constrói a sua coreografia a partir de poemas sobre a guerra de Bertolt Brecht, através de uma dança de pensamento e de corpo, encarnando uma plêiade de fantasmas que vagueiam no espaço selvagem da rua.» Serralves em Festa

Coreografia e interpretação Volmir Cordeiro
Percussão Washington Timbó
Figurino Vinca Alonso e Volmir Cordeiro

Mais info: Serralves em Festa

ON VA MANQUER DE TOUT CE DONT ON N'A PAS BESOIN de Vera Mantero
© divulgação / O Rumo do Fumo

Conversa

A Minha História da Dança, com Miguel Pereira

2 de Junho | 19h00 | Fundação de Serralves, Porto

Entrada livre

Inserido no Serralves em Festa

«Todos nós, bailarinos, coreógrafos ou performers, recebemos de alguma maneira e por alguma via, mais académica ou mais autodidacta, uma ideia da História da Dança, ou da História das Artes Performativas, da qual nos sentimos “descendentes” (e talvez nos sintamos descendentes de várias Histórias ao mesmo tempo!). Houve certamente criadores coreográficos ou cénicos que nos fizeram entender a arte que fazemos da forma como a entendemos hoje. Cada um tem uma ideia específica de como essa História se desenrolou, e para cada um há determinados criadores e determinados movimentos e correntes artísticas que contribuíram para configurar a ideia de dança que tem e pratica e que, de alguma forma, está respondendo a essa História. Estas palestras dar‐nos‐ão a oportunidade de conhecer a História da Dança que cada um criou dentro de si.» Vera Mantero

Mais info: Serralves em Festa

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© Ray Chung

Conversa

O que faz o meu corpo quando não estou consciente dele? (Sobre a Prática), com Patrícia Kuypers e Romain Bigé

6 de Junho | 18h30 | Culturgest, Lisboa

Entrada livre, sujeita ao levantamento de bilhete

Inserido no Ciclo Steve Paxton

«Partimos da seguinte citação de Paxton: “Ocasionalmente, lembrava-me de caminhar e tentava continuar como estava antes de me lembrar de olhar. Espiava-me a mim próprio. Auto-pirataria.” Paxton define o trabalho do bailarino como um esforço para aprender aquilo que o corpo sabe, trazendo-o à consciência. As duas práticas de dança que ele desenvolveu funcionam como molduras para este auto-estudo: na Contacto Improvisação, os parceiros tocam, rolam, lançam-se uns contra os outros, criando o desequilíbrio e a desorientação como momentos de experimentação; em Material para a Coluna, formas perfeitas e quebra-cabeças de movimento criam tarefas impossíveis» Culturgest

Mais info: Culturgest

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© divulgação / Estúdios Victor Cordón

Conversa

Queria muito ser bailarino… Mas acho que comecei muito cedo!, com Luís Xarez

6 de Junho | 18h30 | Estúdios Victor Cordón, Lisboa

Preço: 3€

Inserido no ciclo Conversas do Corpo – Conversas sobre o treino em dança – do programa BAR ABERTO

Para estudantes, professores e intérpretes de dança

«Especialização técnica a partir de que idade?» CNB

Mais info: Companhia Nacional de Bailado

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© divulgação / Teatro Viriato

Espectáculo

Çe Va Exploser, de Carolina Campos e João Fiadeiro

6 de Junho | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

Preço: 5€

«Ça va exploser é um projeto de Carolina Campos e de João Fiadeiro que utiliza, como ponto de partida, o livro Ma vie va changer de Patrícia Almeida e David-Alexandre Guéniot. O título remete para uma das imagens do livro e tem a particularidade de ter sido, durante muito tempo, o nome provisório do próprio livro. Tem por isso a qualidade dupla – de eminência e de potência – que interessa aos criadores explorar neste trabalho. A partir de algumas perguntas que o livro convoca, Carolina Campos e João Fiadeiro procuram saber, por exemplo, se a palavra “crise” – central na construção do livro – tem o mesmo significado se for pronunciada por uma mulher, imigrante, vinda de um país colonizado ou por um homem, branco, com origem de um país colonizador.» Teatro Viriato

Criação e performance Carolina Campos e João Fiadeiro
Consultoria dramatúrgica Leonardo Mouramateus
Desenho de luz e direcção técnica Leticia Skrycky

Mais info: Teatro Viriato

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© Carolina Martins

Espectáculo

Velvet carpet, de Pedro Prazeres, pela Companhia Instável

6 de Junho | 21h30 | Teatro Aveirense, Aveiro

Preço: 3€

7 de Junho | 21h30 | Theatro Circo, Braga

Preço: 5€

«Velvet carpet é um objecto duracional que vive em constante reconfiguração. É início e fim, uma e outra vez, tecendo e mudando e repetindo e mudando e repetindo. É um lugar que perde e ganha a sua origem, enquanto dela se desloca  para com ela se relacionar; um lugar de reunião e comunhão consciente e inconsciente partilhado por estranhos e não-estranhos; um nódulo não comunicacional que, paradoxalmente, comunica através de elementos (in)visíveis. Por meio de frequências sonoras, movimentos corporais e vídeo, Velvet Carpet enlaça passado e futuro com o aqui e agora, transformando-se numa paisagem flutuante que revela a matéria imaterial que nos rodeia – o etéreo – através de frequências que reverberam no público.» Teatro Aveirense

Direcção artística Pedro Prazeres  
Interpretação Julen Barrenengoa, Pedro Prazeres, Jorge Queijo, Sofia Marques Ferreira e Thamiris Carvalho  
Composição sonora Jorge Queijo  
Vídeo-instalação Sofia Marques Ferreira  
Composição textual Carolina Martins  
Projecção Martins Ratniks  
Olhar externo Berrak Yedek e Fabrice Ramalingom    

Mais info: Teatro Aveirense; Theatro Circo

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© divulgação / Teatro de Vila Real

Espectáculo

Papercut, de Beatriz Vieira e Pedro Cunha, pelo Grupo Universitário de Dança

7 de Junho | 21h30 | Teatro de Vila Real

Entrada livre

«’Papercut’ é uma história de escolhas.
Seguimos o percurso de três personagens, dentro de um mundo alternativo, expostos a uma série de decisões que não podem alterar e que irão irrefutavelmente mudar o percurso de tudo.
Nem tudo o que decidimos fazer é certo ou errado. É uma escolha, uma determinação sobre a qual temos pouco controlo e nada mais podemos fazer do que dançar e esperar pelo nosso melhor, o melhor dos outros ou o melhor de todos.» Beatriz Vieira e Pedro Cunha

Direcção artística Beatriz Vieira e Pedro Cunha
Coreografia Beatriz Vieira
Interpretação Alexandra Almeida, Beatriz Vieira, Carlos Silva, Daniel Coelho, Iúri Coelho, Pedro Cunha, Pedro Dourado, Rita Melo, Rita Oliveira, Sara Carolina, Susana Araújo, Sofia Ribeiro e Tatiana Gomes  

Mais info: Grupo Universitário de Dança

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© divulgação / CAE Sever do Vouga

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Junto – Dança para Bebés, Crianças e Famílias, de Mariana Lemos, Clara Bevilaqua e Guilherme Calegari

8 de Junho | 10h00 e 11h15 | CAE Sever do Vouga

Preço: 5€

Para crianças dos 0 aos 5 anos «JUNTO revela uma cenografia interativa, composta por camadas de
tecidos espalhados pelo palco, convidando-nos à diversas perspetivas. Pede uma proximidade concreta com os bailarinos, levando-nos aos poucos, a mergulhar no palco-cenário. É uma criação que parte do corpo e do encontro, na qual a dança é o meio de materialização de uma dramaturgia própria, que vem sendo desenvolvida há mais de quinze anos pelas pessoas que integram o Coletivo Lagoa em Portugal.
Este convite performativo fala-nos dum olhar que partilha algo da natureza da arte. Tem a ver com o movimento em si e por si só… a dança, o som, a vida, o estar junto. É um desejo de criar um espaço não hierárquico de encontro entre os corpos pequenos e grandes. Um acontecimento que seja experienciado em conjunto pelos artistas que criaram a peça e as pessoas que vêm mergulhar nesta aventura, numa implicação comum que vai diluindo as distinções entre o que é a fruição da pessoa-criança e a fruição da pessoa-adulto. É um espetáculo intimista e, neste sentido, proporciona um espaço afetivo e acolhedor. Um exercício de imaginação e de reinvenção de si.
JUNTO traz um lugar sensível onde é possível atravessar a experiência artística numa afinação conjunta. […]» CAE Sever do Vouga

Encenação e criação Mariana Lemos
Criação e performance Clara Bevilaqua e Guilherme Calegari
Criação sonora Pedro Boléo Rodrigues e Coletivo Lagoa
Desenho de luz Sérgio Moreira
Figurino Rita Gonzaga Gaspar
Cenografia Baileia – arte e infâncias
Vídeo, fotografia e instalação-móbile Catherine Boutaud  

Mais info: CAE Sever do Vouga

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© Carolina Martins

Oficina

Vibrant Matter, com Pedro Prazeres, Jorge Queijo e Julen Barrenengoa

8 de Junho | 15h00 | Theatro Circo, Braga

Preço: 5€, sujeito a inscrição

Para maiores de 16 anos, com ou sem experiência em dança «Vibrant Matter é uma prática aberta ao público em geral baseada nos princípios fundamentais de Velvet Carpet. O objetivo consiste em partilhar a prática corporal com quem deseje desenvolver e experimentar diferentes possibilidades de relação. Será trabalhada a consciencialização de ritmos internos, ritmos externos e diferentes frequências de vibração, explorando variadas formas de utilizar os vários sentidos. Um espaço-tempo captado por encontros com o outro, com o ambiente circundante, abrindo a comunicação em empatia.» Theatro Circo

Formação Palcos Instáveis Pedro Prazeres, Jorge Queijo e Julen Barrenengoa  

Mais info: Theatro Circo

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© divulgação / Passos e Compassos

Espectáculo

Mi~mar, de António Machado, Ricardo Mondim e Sofia Belchior

8 de Junho | 16h00 e 17h15 | Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Moita

Entrada livre, sujeita a inscrição

Para bebés dos 0 aos 36 meses

«Pé ante pé, é no MAR que mergulhamos em busca de mimos, de surpresas e de seres luminosos.
Ao som de doces melodias, mimamos os Dragões marinhos, abraçamos o Polvo, conversamos com os Peixes, brincamos com a Baleia e dançamos com o Caranguejo. 
Orientados pela luz do farol, emergimos felizes e divertidos depois de muitas aventuras aquáticas. 
Repleto de surpresas e em constante transformação, Mi~Mar convida-nos… a ver, ouvir, sentir e fazer novos amigos.» Passos e Compassos

Concepção artística e espaço cénico António Machado, Ricardo Mondim e Sofia Belchior
Coreografia Sofia Belchior – colaboração dos intérpretes
Composição musical António Machado
Adereços e bonecos Ricardo Mondim e Sofia Belchior
Desenho de luz António Machado e Sofia Belchior
Figurinos Sofia Belchior e Diana Pais
Interpretação Ricardo Mondim e Sofia Luz (Dançarte) e António Machado (Ária da Música)  

Mais info: Passos e Compassos

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© divulgação / United Visionary Artists

Espectáculo

Home, de Fábio Simões

8 de Junho | 21h30 | Jardim Municipal Quinta do Saldanha, Montijo

Entrada livre

Inserido no Montijo Lugar de Encontros

«HOME aborda questões relacionadas com o ponto mais maravilhoso do nosso Universo, o nosso Planeta Terra.

HOME é um espetáculo a solo, onde a dança se funde com os elementos cénicos e com uma videografia única, sendo completada por uma banda sonora arrojada. Tudo combinado, levará o espectador numa viagem… Uma viagem de alerta, a tudo aquilo que o ser humano conquistou e destruiu.» Câmara Municipal do Montijo

Direcção artística, interpretação, coreografia Fábio Simões
Cenografia Fábio Simões e Valter Simões  

Mais info: Câmara Municipal do Montijo

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© Yoann Bourgeois

Filme

Monumentos em Movimento – The Great Ghosts, de Yoann Bourgeois

8 de Junho | 22h12 | RTP 2

Acesso livre

«Yoann Bourgeois, bailarino, coreógrafo, artista de circo e acrobata francês, cria no Panteão de Paris uma performance única onde a poesia do corpo e do movimento entram em diálogo com o Pêndulo de Foucault. 
Um trampolim, um prato giratório, o famoso pêndulo de Foucault, fixo no ponto mais alto da cúpula do Panteão de Paris, servem de suporte ao trabalho coreográfico em torno do movimento e do equilíbrio num espetáculo original e surpreendente.» RTP 2

Coreografia Yoann Bourgeois
Realização Stéphane Lebard, Tommy Pascal, Louise Narboni e Yoann Bourgeois, 2018

Mais info: RTP 2

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© Simone Fratini

Oficina

Aquecimento Paralelo, com Pedro Carvalho

14 de Junho | 19h00 | Teatro Rivoli, Porto

Preço: 2€ ou entrada livre, mediante a apresentação de bilhete para o espectáculo Caída del cielo

«Pedro Carvalho, coreógrafo e professor de matemática, é convidado a orientar esta sessão do “Aquecimento Paralelo” e a estabelecer uma ponte entre o seu trabalho e o de Rocio Molina, criando uma composição particular entre os ritmos do flamenco e os padrões da matemática.» Teatro Municipal do Porto

Orientação da sessão Pedro Carvalho
Coordenação do programa Cristina Planas Leitão

Mais info: Teatro Municipal do Porto

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© Michal Hančovský

Espectáculo

Avant Tout, de Lionel Ménard, pela Lenka Vagnerová & Company 

14 de Junho | 21h30 | Centro de Artes de Sines

Preço: 5€

16 de Junho | 21h30 | Auditório Municipal António Chainho, Santiago do Cacém

Preço: 5€

«Imaginemos que as primeiras memórias chegavam ao momento em que nascíamos, ou mesmo antes. Toda a experiência de milénios sem conta tornava-se fonte de sabedoria inconsciente e energia instintiva. Sejamos essas crianças pelo tempo de duração do espetáculo e perguntemo-nos: “É o comboio que está a chegar à estação de Praga ou é a estação de Praga que está a chegar ao comboio?”» Câmara Municipal de Sines

Direcção, conceito e dramaturgia Lionel Ménard
Coreografia Lenka Vagnerová
Música Tomáš Vychytil 

Mais info: Câmara Municipal de Sines; Câmara Municipal de Santiago do Cacém

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© divulgação / Câmara Municipal da Moita

Espectáculo

Fado Bailado, Fado Falado 

14 de Junho | 21h30 | Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Moita

Preço: 3,54€

«Propomos a criação de uma nova forma de expressão bailada do Fado, improvisada, de cariz performativa, mas de alma social. Trazemos a inspiração do Tango e de outras danças sociais a par, procurando, no entanto, uma expressão autónoma de uma nova dança para o Fado. A voz declamada namora cada uma das outras expressões, propondo-lhes um espaço de inspiração mútua e de improvisação.
Une-nos a paixão pela criação artística e pelo baile improvisado entre diversas formas de arte, na magia de um momento, um encontro que cria sempre algo novo, uma conversa infinita, uma vontade de brincar com as ideias. O improviso é o navio, nele embarcamos todos, no palco, na arte e na vida.» Câmara Municipal da Moita

Poesia declamada José Fanha
Voz Susana Martins
Viola Albano Almeida
Guitarra Rui Cabo
Dança Raquel Santos e João Fanha

Mais info: Câmara Municipal da Moita

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© divulgação / Câmara Municipal do Barreiro

Espectáculo

No Intervalo de Uma Onda e Na Onda da Distância, de Rafael Alvarez

15 de Junho | 21h30 | Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro

Preço: 5€

«“No Intervalo de uma Onda“ revela-se através de um diálogo silencioso de escuta e de observação. A experiência estética do exercício da viagem materializa-se numa escrita coreográfica e plástica do invisível, do indizível, do imanente, do efémero, do frágil e do intuitivo. Nesta primeira viagem a Tóquio, colecionam-se e cruzam-se referências e impressões, obras e narrativas, que alimentam o espólio de imaginários e imagens em torno do país do Sol nascente. Uma imagem iniciática motiva a criação deste solo, permanecendo invisível, mas presente ao longo do projeto – “A Grande Onda de Kanawaga”, obra icónica do pintor japonês Hokusai. Este solo de sombras, evocações e máscaras, cuja onda de Hokusai permite corporalizar, é um convite duplo à viagem e à quietude. […]» Câmara Municipal do Barreiro

No Intervalo de Uma Onda Rafael Alvarez
Na Onda da Distância Rafael Alvarez e Yuta Ishikawa

Mais info: Câmara Municipal da Moita

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© divulgação / Teatro Nacional São João

Espectáculo

Walking with Kylián – never stop searching, de Paulo Ribeiro, pela Companhia Paulo Ribeiro

15 de Junho | 22h00 | Centro de Arte de Ovar

Preço: 5€

«Porque é que se dança? Porque é que se insiste em dançar e em coreografar? Porque é que se acredita que esta arte pode ser maior?
Porque é que a sobrenaturalidade humana se revela com a dança? Porque é que há coreógrafos que nos expõem essa revelação com uma evidência vital? Porque é que a dança precisa cada vez mais de palavras? Porque é que a dança ressurge hoje com uma força avassaladora e se reinventou sem fronteiras? Porque é que os limites do corpo são o não ter limites? Quanto mais etéreo mais ligado ao chão! Quanto mais espiritual mais carnal!

Há coreógrafos que sempre viveram na franja do tempo, que sempre respiraram o presente e exalaram intemporalidade. Em França, quando nos referimos a alguém que muito admiramos, dizemos que é “Dieu sur la terre” (Deus na Terra). E, de facto, considero que há artistas, neste caso, coreógrafos que transportam ou têm mão divina. Coreógrafos que são referências maiores para mim e com quem quero comunicar, partilhar, passear intensamente.
O primeiro passeio… Vou fazê-lo com Jiří Kylián, que me acompanhou durante um período largo da minha carreira. Conheço-o artisticamente e um pouco pessoalmente. Temos linguagens completamente distintas, mas é esta diferença que me interessa. Quero aproximar-me da pessoa por detrás da obra. […]» Paulo Ribeiro

Coreografia Paulo Ribeiro
Assistência ao coreógrafo Ana Jezabel
Interpretação Ana Jezabel, André Cabral, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva
Desenho de luz Nuno Meira
Música Jesús Rueda; David del Puerto; Robert Wyatt; Benjamin de La Fuente; James MacMillan, Scottish Chamber Orchestra e Joseph Swensen; Pablo Casals e Riccardo Nova

Mais info: Centro de Arte de Ovar

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© divulgação / Casa da Cerca

Performance

Comer o Coração nas Àrvores, de Vera Mantero e Rui Chafes

23 de Junho | 18h00 | Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Almada

Preço: 5€

«”Comer o coração” é o título da obra que representou Portugal na 26ª Bienal de Artes Visuais de São Paulo, em 2004. Foi um trabalho de conceção e criação conjunta entre o escultor Rui Chafes e a coreógrafa e bailarina Vera Mantero. Em 2015, os artistas pensaram numa recriação que permitisse a sua apresentação sem a escultura monumental original. Vera Mantero fez a performance numa árvore do circuito de arvorismo do Parque do Convento no Fundão, assumindo a peça uma nova designação e sentido: “Comer o coração nas árvores”. A sua evolução passou, depois, pela criação de uma nova escultura de Rui Chafes pensada para suspensão em árvores de grande porte e outros locais, que se apresenta agora no jardim da Casa da Cerca.» Casa da Cerca

Performance Vera Mantero
Escultura Rui Chafes

Mais info: Casa da Cerca

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© Herman Sorgeloos

Conversa

É Hora de Tentar a Anarquia? (Sobre a improvisação coletiva), com Rita Natálio e Romain Bigé

25 de Junho | 18h30 | Culturgest, Lisboa

Entrada livre, sujeita ao levantamento de bilhete

Inserido no Ciclo Steve Paxton

«Partimos da seguinte citação de Paxton: “É hora de tentar novamente a anarquia. Pelo menos, a anarquia é simples: requer apenas condições especiais de comunicação.” Steve Paxton contribuiu para fundar o Judson Dance Theatre, o coletivo Grand Union e a técnica Contacto Improvisação, três aventuras que questionaram as hierarquias da dança, entre gestos (virtuosismo ou quotidiano), bailarinos, coreógrafos e performers. Estes coletivos testaram formas experimentais de tomada de decisão, esforçaram-se por suspender normas de género, tentaram evitar a recuperação capitalista e levantam a questão: dançar pode tornar-se um laboratório político?» Culturgest

Mais info: Culturgest

miguel ramalho e patricia henriques. Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo
© Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo

Entrevista

Pessoas que Dançam, de Ana Sousa Dias, com Miguel Ramalho e Patrícia Henriques

27 de Junho | 18h30 | Estúdios Victor Cordón, Lisboa

Entrada livre

Inserido no programa BAR ABERTO

«O bar dos EVC, ponto de encontro e convívio, vai acolher nesta temporada inúmeras ações que promovem o diálogo e o conhecimento. Destaca-se Pessoas que dançam, um ciclo de entrevistas conduzidas por Ana Sousa Dias a bailarinos de referência da dança nacional e internacional, que será emitido na íntegra pela TSF, no programa Começo de Conversa, às terças-feiras, pelas 23h.» Estúdios Victor Cordón

Mais info: Companhia Nacional de Bailado

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© Companhia Alentejana de Dança Contemporânea

Espectáculo

Muros, de Marianela Boán, pela Companhia Alentejana de Dança Contemporânea

27 de Junho | 21h00 | Museu Regional de Beja

Entrada livre

Inserido no Festival B

«Dedico esta obra a todos os que tiveram de fugir.
Com a nossa ave interior, tentamos sobrevoar os muros que inventamos.
Voamos com a mente e com o corpo que cai feito em pedaços no espaço proibido.
Quatro bailarinos empregam uma grande destreza física e emocional nesta obra de dança contaminada, na qual a voz, a ação dramática, o gesto, a postura e o uso de objectos completam o tecido dramatúrgico.» Companhia Alentejana de Dança Contemporânea

Direcção artística e dramatúrgica Marianela Boán
Coreografia Marianela Boán com a colaboração dos intérpretes
Cenografia e figurinos Ana Rodrigues
Desenho de luz Ivan Castro
Interpretação Carminda Soares, Diogo Santos, Maria R. Soares e Ricardo Pereira

Mais info: Festival B

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© divulgação / Teatro Municipal da Guarda

Espectáculo

Em Modo Jazz, de Daniel Cardoso, pelo Quorum Ballet 

29 de Junho | 21h30 | Teatro Municipal da Guarda

Preço: 5€

«“Em Modo Jazz” remete para uma época dos anos 60/70, em que o Jazz estava no seu apogeu e os ajustes sociais ocorriam, num mundo em que o contacto humano, e as relações interpessoais eram essenciais para a comunicação. Faz-se o contraponto com a atualidade, onde que tudo é virtual, incluindo a imagem do lado positivo da nossa vida, através de um jogo de vaidades onde a comunicação pessoal é escassa. Sendo a linguagem coreográfica de Daniel Cardoso maioritariamente sustentada e inspirada pela música, este espetáculo vibrante de energia contagia pelos ambientes, pelos sentimentos, pelas emoções e pelo caos organizado, presente neste estilo musical, com músicas jazz conhecidas de todos. O trabalho literário da poetisa Maya Angelou tem um peso enorme em todo o processo artístico, pela forte ligação com a vida, a sociedade e o sentimento humano.» Teatro Municipal da Guarda

Coreografia e conceito Daniel Cardoso
Interpretação Beatriz Graterol, Filipe Narciso, Inês Godinho e Pedro Jerónimo
Música Duke Ellington, Conal Fowkes, Max Roach, Nina Simone, Billie Holiday, Jay Hawkins, James Brown e Ray Charles
Texto Maya Angelou
Figurinos e cenografia Maria Monte

Mais info: Teatro Municipal da Guarda

cavalo marinho divulgacao artes a vila
© divulgação / Artes à Vila

Espectáculo

Cavalo~Marinho, de Madalena Victorino

30 de Junho | 10h45 | Mosteiro da Batalha

Preço: 5€, sujeito a inscrição

«Um espetáculo de dança e música sobre o enrolar da água, das algas, da terra e das pedras. Desenrolarmo-nos a nós, às nossas saias, para encontrarmos doces prazeres redondos. Dentro de uma pequena casa imaginária, um cavalo casa com uma estrela do mar. Juntos galopam com asas de peixe para dentro de uma história de amor. Têm duas filhas. Através dos longos e castanhos tapetes do mar, a terra enrola e encaracola como um grande búzio…» Artes à Vila

Direcção artística Madalena Victorino
Co-criação e interpretação Alice Duarte e Ana Raquel
Música e sonoplastia Ana Raquel
Adereços, figurinos e cenografia Alice Duarte, Ana Raquel e Madalena Victorino

Inscrições: geral@mbatalha.dgpc.pt 

Mais info: Artes à Vila

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