Dançar Não Tem Preço | NOVEMBRO

Neste mês de Novembro, a dança chega para todos! Para os amantes, praticantes, profissionais ou apenas curiosos da dança… Com quase quarenta eventos na Agenda, o difícil vai ser escolher!

Dançar Não Tem Preço é a rubrica do LES CORPS que divulga espectáculos e eventos de dança gratuitos ou de preço simbólico (até 5€). Queremos incluir nesta agenda mensal espectáculos, performances, oficinas e exposições de todo o país. Para divulgação, por favor envie informações para: redacao@lescorpsdansants.com.

AGENDA DE NOVEMBRO

aquecimento paralelo - francisco pinho - foto Anne Van Aerschot
foto: Anne Van Aerschot

Oficina

Aquecimento Paralelo com Francisco Pinho

1 de Novembro | 19h00 | Sala de Ensaios do Teatro Rivoli, Porto

Preço: 2€ ou entrada livre, mediante apresentação do bilhete para o espectáculo A Love Supreme

O Aquecimento Paralelo é «um workshop que acontece regularmente, desafiando uma vez por mês os espectadores a experimentarem a ideia ou movimento de determinado espetáculo, mesmo antes de o verem. Este workshop dá não só a possibilidade de ter uma breve abordagem a diferentes linguagens, como também proporciona a todos os que nele participam (com ou sem experiência) uma relação com os espectáculos bastante diferente da habitual.»

«Nesta sessão, Francisco Pinho, intérprete e criador da mais jovem geração do Porto, confronta-se com a complexidade estrutural e clareza da fisicalidade da companhia Rosas, estabelecendo uma ligação entre gerações distintas.» Teatro Municipal do Porto

Orientação da sessão Francisco Pinho

Coordenação do programa Cristina Planas Leitão

Mais info: Teatro Municipal do Porto

 

swan fake - antonio torres - fotografia bruno simao
foto: Bruno Simão

Espectáculo

1 a 3 de Novembro | 21h30 | Rua das Gaivotas, 6

Swan Fake, de António Torres

Preço: 5€

«SWAN FAKE toma como referência inicial SWAN LAKE e THE DYING SWAN, retirando alguns estímulos dos bailados, bem como o dramatismo, a expressividade e a artificialidade. Uma performance-selfie onde procuro retratar os traços de um cisne branco e negro, construindo um retrato de mim mesmo. Ambíguo entre géneros, provocador e exaustivo.» Rua das Gaivotas 6

Concepção, performance e figurino António Torres

Apoio dramatúrgico Sofia Freitas Abreu

Desenho de luz Sara Garinhas

Som Mestre André

Mais info: Rua das Gaivotas 6

 

budoir - martim pedroso - foto alípio padilha
foto: Alípio Padilha

Espectáculo

2, 3 e 4 de Novembro | 21h00, 19h00 e 17h00 | Café Teatro do Teatro Campo Alegre, Porto

Budoir – 7 diálogos libertinos, de Martim Pedroso

Preço: 5€

Estreia

«Boudoir – 7 diálogos libertinos é uma criação de Martim Pedroso & Nova Companhia a partir do texto A Filosofia na Alcova de Marquês de Sade.

Alguns autores ao longo dos séculos tentaram encontrar respostas sobre a sua própria existência e sobre a sociedade em que viveram através da exponenciação das suas próprias experiências e fantasias sexuais. Sade fez isso e muito mais. Já no séc. XVIII foi um revolucionário nas suas intenções: pôs em causa os bons costumes da aristocracia francesa e a moralidade católica no seio de uma velha monarquia que, para ele, se esgotava. No seu programa literário e filosófico, Sade propõe uma nova ordem mundial indo ao limite da libertinagem, tentando furar os tabus mais secretos. Contudo, não é por isso que não deixamos de contactar com a mais bela literatura e poesia em sintonia com uma verdadeira vontade de provocar a excitação física e intelectual no leitor. É este o ponto de partida para a dramatização de um espetáculo que pretende, acima de tudo, celebrar a liberdade do corpo e do pensamento na sociedade contemporânea.» Teatro Municipal do Porto

Direcção Martim Pedroso

Interpretação Flávia Gusmão, João Gaspar, João Telmo, Maria João Abreu, Margarida Bakker, Martim Pedroso, Pedro Monteiro, Statt Miller

Movimento e coreografia Marlyn Ortiz

Figurinos David Ferreira

Cenografia Rueffa

Música Carlos Morgado

Vídeo Edgar Alberto

Direcção técnica e desenho de luz Paulo Santos

Mais info: Teatro Municipal do Porto

Nota: O espectáculo de 2 de Novembro será seguido de uma conversa com o jornalista André Correia e o público

 

fofo - ana rita teodoro - foto divulgacao.materiais diversos
foto: divulgação/Materiais Diversos

Oficina

3 de Novembro | 10h00| Centro Cultural do Cartaxo

FOFO, por Ana Rita Teodoro

Entrada livre, sujeita a inscrição

Para jovens entre os 12 e os 19 anos, com ou sem experiência em dança

«Ana Rita Teodoro debruça-se neste workshop sobre o «corpo-adolescente», um corpo que, tanto é definido por uma passividade e desinteresse face ao mundo, como por uma hiper-actividade de emoções transbordantes e uma vontade de autonomia.» Materiais Diversos

Orientação Ana Rita Teodoro

Mais info: Materiais Diversos

Inscrições: inscricoes@materiaisdiversos.com

 

alento - pedro ramos - foto divulgacao.passos e compassos
foto: divulgação/Passos e Compassos

Espectáculo

3 de Novembro | 21h30 | Cine-Teatro São João, Palmela

Alento – Capítulo II: “Emersão: Reaparecimento do Ser que se Eclipsara”, de Pedro Ramos

Preço: 5€

Inserido no Semana(s) da Dança 2018 – Estreia

«A partir do tema da respiração, enquanto alimento e movimento do “espírito” da vida, Alento, explora e investiga o segredo latente na substância da qual somos feitos. O corpo enquanto um “pedaço de natureza” a ser redescoberto pelo habitar da consciência no seu movimento. Que caminhos se abrem quando escutamos o percurso da vida, por territórios exteriores e interiores?

Continuando o desenvolvimento da linguagem coreográfica a partir das diferentes etapas alquímicas, e sob o seu enquadramento enquanto processo de transformação, será desenvolvido o discurso do corpo agora em diálogo empático e inter-relacional com a Floresta, reconhecendo-a como porta de entrada para a dimensão do “Ser” e enquanto entidade/organismo vivo da qual fazemos parte.

O projecto será desenvolvido de forma a criar uma Obra constituída por várias partes, que serão alternativamente apresentadas em florestas ou teatros.

Diferentes Capítulos serão apresentados em formato work-in-progress, a partir de temas, perguntas de pesquisa ou lugares singulares no contexto natural.» Passos e Compassos

Concepção artística, coreografia e interpretação Pedro Ramos

Interpretação Pedro Ramos e Sandra Rosado

Composição musical Paulo Maria Rodrigues e Pedro Ramos

Desenho de luz e composição do espaço cénico Pedro Ramos

Mais info: Semana(s) da Dança

Nota: O Capítulo I, “IncorpOração: Estudo coreográfico sobre o reconhecimento de um lugar vivo” foi apresentado no EarthFest18 no Parque Florestal de Monsanto, em Lisboa

 

tristao e isolda - nelia pinheiro - foto telmo rocha
foto: Telmo Rocha

Espectáculo

3 de Novembro | 21h30 | Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Moita

Tristão e Isolda, de Nélia Pinheiro, pela Companhia de Dança Contemporânea de Évora

Preço: 3,66€

«Tristão e Isolda mesmo tendo como pano de fundo a temática da ópera de Wagner, a obra desenvolve uma viagem sensorial própria, no Mito, fora da narrativa convencional, tem como indutores as grandes questões que o mesmo aborda e que interessam trabalhar na actualidade à coreógrafa – a irracionalidade, o desejo, a dependência do ser humano perante o amor, a mulher (uma descida à sua condição feminina e erótica).

A criação observa o corpo feminino como território de expressão, como catalisador de pulsões, reservatório de memórias das diversas partes que o constituem, no vislumbre de uma anatomia onde o gesto surge ligado às onomatopeias, à memória visual, táctil e emocional.

Com o formato de dueto, a criação desenvolve uma proposta de linguagem multidisciplinar entre a dança, o teatro, a música ao vivo, a arquitectura de cena e temas que potenciam um discurso contemporâneo sobre a condição humana.» Companhia de Dança Contemporânea de Évora

Direcção e coreografia Nélia Pinheiro

Interpretação Gonçalo Andrade e Nélia Pinheiro

Música original César Viana

Figurinos José António Tenente

Cenografia Pedro Crisóstomo

Desenho de luz Nuno Meira

Mais info: Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

 

licenciado vidriera - karlik danza teatro - foto carlos pérez
foto: Carlos Pérez

Espectáculo

8 de Novembro | 21h30 | Teatro Municipal da Guarda

Licenciado Vidriera, por Karlik Danza Teatro

Preço: 5€

«Licenciado Vidriera é o cavaleiro protagonista de uma das mais celebradas novelas do escritor espanhol Miguel de Cervantes. A obra pertence às Novelas Exemplares escritas entre 1590 e 1612 que foram dadas a conhecer após o reconhecimento da obra D. Quixote. Esta peça tem uma dramaturgia que respeita o texto original e mistura teatro físico, música ao vivo e dança num espectáculo com uma cenografia carregada de poesia visual.» Teatro Municipal da Guarda

Direcção e dramaturgia Cristina D. Silveira

Interpretação Diego Ramos e Alberto Moreno

Adaptação Pedro Luís Bellot

Cenografia David Pérez e Diego Ramos

Espaço sonoro Álvaro Rodriguez

Mais info: Teatro Municipal da Guarda

 

um unimal - cristina planas leitão - foto susana neves
foto: Susana Neves

Espectáculo

9 de Novembro | 22h00 | Centro de Arte de Ovar

UM [unimal], de Cristina Planas Leitão

Preço: 5€

«UM [unimal] é um solo que invoca a ideia de como um só corpo pode representar um colectivo e história comuns, através de uma macro-pesquisa sobre o lugar da dança, especificamente das danças de resistência, dos movimentos políticos e sociais e do seu impacto na nossa sobrevivência e manifestação dos corpos de hoje. O tema motor – SOBREVIVÊNCIA – desdobra-se em dois subtemas: a SUBSISTÊNCIA após um desaparecimento, que mantém ligação ao trabalho anterior FM [featuring mortuum], e a PERMANÊNCIA de costumes de épocas passadas, através da pesquisa de movimentos de resistência que surgem como esforço estruturado e colectivo contra uma autoridade instituída. UM [unimal] pretende investigar uma fisicalidade contínua, no virtuosismo do seu limite, através de um corpo que luta pela permanência em palco e cuja perseverança e exaustão contaminam e atraem, tal como o gladiador na arena, o maratonista em competição ou um solitário alpinista na sua escalada.

A fisicalidade explorada é a MARCHA. Marchar, como um desdobramento do caminhar, representado o movimento dos dias de hoje e carregando na sua definição a repetição de um corpo organizado, que avança de uma forma regular e deliberada. Historicamente, a marcha surge tanto em contextos de opressão como de libertação, onde há a necessidade de mudar e avançar juntamente com outros. Origina-se assim a pergunta: como é que uma marcha se transforma num movimento?

Nesta peça, trabalha-se o binómio danças de resistência/resistência na dança. Através de comandos e instruções ao vivo, transmitidas à intérprete durante toda a peça, por sistema in ear, questionam-se conceitos como autoria, autoridade, liberdade e liderança.» Centro de Arte de Ovar

Direcção artística e coreografia Cristina Planas Leitão

Interpretação Daniela Cruz

Desenho de luz e direcção técnica Cárin Geada

Sonoplastia Flávio Rodrigues

Desenho do espaço sonoro Pedro Lima

Apoio dramatúrgico Catarina Miranda e Victor Hugo Pontes

Figurino Micaela Larisch e Cristina Planas Leitão

Consultores danças sociais e urbanas Anaísa Lopes e Vítor Fontes

Consultores de marcha Rui Collaço e Luís Jorge

Mais info: Centro de Arte de Ovar

 

velvet carpet lite - pedro prazares - foto divulgacao.sekoia
foto: divulgação/Sekoia

Instalação-Performance

10 de Novembro | 21h00 | Sala-Estúdio do Teatro Campo Alegre, Porto

Velvetcarpet_LITE, de Pedro Prazeres

Preço: 5€

«Velvetcarpet_LITE é início e fim, uma e outra vez, tecendo e mudando e repetindo e mudando e repetindo.

É um lugar que perde e ganha a sua origem, enquanto dela se desloca para com ela se relacionar; um lugar de reunião e comunhão consciente e inconsciente partilhado por estranhos e não-estranhos; um nódulo não-comunicacional que, paradoxalmente, comunica através de elementos (in)visíveis. Por meio de frequências sonoras, movimentos corporais e vídeo, velvetcarpet_LITE enlaça passado e futuro com o aqui e agora, transformando-se numa paisagem flutuante que revela a matéria imaterial que nos rodeia, o etéreo, através de frequências que reverberam no público.» Teatro Municipal do Porto

Concepção e coreografia Pedro Prazeres

Composição sonora Jorge Queijo

Composição texto-espacial Carolina Martins

Vídeo Sofia Marques Ferreira

Interpretação Julen Barrenengoa, Pedro Prazeres e Jorge Queijo

Projecção Martins Ratniks

Olhar externo Berrak Yedek e Fabrice Ramalingom

Mais info: Teatro Municipal do Porto

 

peça para negocio - miguel pereira - foto lais pereira
foto: Lais Pereira

Espectáculo

10 de Novembro | 21h30 | Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra

Peça para Negócio, de Miguel Pereira

Preço: 5€

Inserido no Linha de Fuga

«Quando comecei a pensar e a delinear esta criação achei que, num momento de desaceleração de obrigações de calendário, poderia dar-me espaço e tempo para reflectir e entender melhor aquilo que me atravessa hoje como pessoa e como artista e de que modo isso seria traduzível num solo. […]

Apercebi-me que ando neste trabalho há mais ou menos 25 anos, a pensar e a experimentar formas de falar sobre a minha visão pessoal e íntima perante a complexa experiência do mundo, projectada e ampliada no quadro da cena e do teatro. Tentei nunca sobrepor a necessidade económica (ou material) à necessidade artística. […]

Mas perante um mundo cada vez mais veloz e capitalizado como o que vivemos, parece que o espaço para o tempo de experimentar, errar, andar à deriva, procurar, perder-se, reencontrar-se (o tempo do amador) se foi perdendo. […]

Quando se decidiu que a apresentação do solo seria no Espaço do Negócio em Lisboa, achei que o nome do lugar se tornava um bom tema e definia uma estratégia. É possível pensar lucrativamente perante a natureza e o objecto de uma pesquisa artística? Como gerir esse paradoxo? […]» Miguel Pereira

Concepção e interpretação Miguel Pereira

Colaboração dramatúrgica Joclécio Azevedo

Apoio artístico Nuno Lucas

Luz e participação especial José Alho

Mais info: Linha de Fuga

 

o homem que esta sentado - elia fernandes e pedro carvalho - foto divulgacao.pedro carvalho
foto: divulgação/Pedro Carvalho

Oficina

15 de Novembro | 18h30 | Cine-Teatro de Estarreja

Som e Movimento, com Élia Fernandes e Pedro Carvalho

Entrada livre, sujeita a inscrição

Para músicos, bailarinos, estudantes, professores, educadores e outros interessados

Inserido no LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa

«O objectivo do LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa, é proporcionar momentos de contacto com as artes performativas, particularmente, neste caso, a dança contemporânea e a musica, a si afecta.

No workshop “Som e Movimento”, os participantes exploram o processo de criação do espectáculo O homem que está sentado a porta e a mulher que sonhava: podem “ser” as personagens da peça, criando sonoridades (a partir do piano e não só) e construindo movimentos a partir de propostas concretas de pesquisa em dança contemporânea.» Cine-Teatro de Estarreja

Orientação Élia Fernandes e Pedro Carvalho

Mais info: Cine-Teatro de Estarreja

Inscrições: até 12 de Novembro; bilheteira@cineteatroestarreja.com

Nota: Oficina limitada a 20 participantes

 

Espectáculo

16 de Novembro | 21h30 | Cine-Teatro de Estarreja

O Homem que Está Sentado à Porta e a Mulher que Sonhava, de Élia Fernandes e Pedro Carvalho

Preço: 5€

«O homem que esta sentado a porta e a mulher que sonhava é um projecto de música e dança, criado por Élia Fernandes (Serviço Educativo do TMG) e Pedro Carvalho (direcção da Ventos e Tempestades), numa co-produção entre o Teatro Municipal da Guarda e a Ventos e Tempestades – Associação Cultural.

Estruturado a partir da ideia do tempo linear contínuo (a idade e o envelhecer), o projecto pretende ser um questionar sobre a forma diferente de tocar piano e a forma diferente de dançar, porque o tempo passa, porque o tempo passou.

É um projecto/espectáculo sobre os afectos, sobre o eu e o outro. E sobre o aqui, o agora, mas também sobre o antes e sobre o depois. E assim estar a (re)construir o mundo, (re)construindo-se a si próprio.» Cine-Teatro de Estarreja

Concepção, criação e interpretação Élia Fernandes e Pedro Carvalho

Desenho de luz Tiago Lopes

Mais info: Cine-Teatro de Estarreja

 

os medos que vivem debaixo da cama - contemporança - foto cristiano ferreira
foto: Cristiano Ferreira

Espectáculo

16 de Novembro | 21h30 | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

Os Medos que Vivem debaixo da Cama, de Nelly Almeida, por Contemporança

Preço: 5€

«Neste espectáculo, os medos são o tema… ou melhor… são tema os medos “que vivem debaixo da cama” e que camuflados no dia-a-dia, muitas vezes apenas espreitam discretamente na escuridão da noite e na profundidade dos sonhos.

Os medos que vivem debaixo da cama é um espectáculo de dança contemporânea que junta bailarinos dos 3 aos 18 anos e que procura explorar alguns medos mais comuns do ser humano, num enredo que leva o seu público a naturalizar a vivência desses medos quer seja no mundo real como imaginário.» Teatro José Lúcio da Silva

Coreografia Nelly Almeida

Figurinos Nelly Almeida e Suzana Pinho Dancewear

Mais info: Teatro José Lúcio da Silva

 

happy island - la ribot - foto julio silva castro
foto: Júlio Silva Castro

Espectáculo

16 e 17 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

Happy Island, de La Ribot, com Grupo Dançando com a Diferença

Preço: 5€

Inserido na NANT – New Age, New Time – Estreia

«Happy Island é a nova criação de La Ribot para o grupo Dançando com a Diferença, que resulta de uma residência de seis meses da coreógrafa na Região Autónoma da Madeira.» Teatro Viriato

“Esta peça é um encontro de pessoas e lugares específicos, formulando um novo género de site-people-specific, onde o profundamente humano desafia o profundamente artístico, tocando numa intimidade assombrosa do profundamente delirante. Happy Island fala do desejo de existir e celebra todos os prazeres, imaginários, sensuais, sexuais, secretos e até mesmo os cósmicos.» Cláudia Galhós

Concepção, direcção, caracterização e figurinos La Ribot

Coreografia La Ribot com Bárbara Matos, Joana Caetano, Maria João Pereira, Sofia Marote e Pedro Alexandre Silva

Assistente de coreografia Telmo Ferreira

Desenho de luz, operação, direcção técnica Cristóvão Cunha

Colaboração artística e direcção de entrevistas Josep-María Martín

Mais info: Teatro Viriato

 

a dança do paninho - iolanda rodrigues - foto divulgacao.centro artes sines
foto: divulgação/Centro de Artes de Sines

Oficina

17 de Novembro | 10h30 | Centro de Artes de Sines

A Dança do Paninho, com Iolanda Rodrigues

Entrada livre, sujeita a inscrição

Para bebés dos 2 meses aos 2 anos

Inserido no Bebés e Famílias às Artes

Orientação Iolanda Rodrigues

Mais info: Centro de Artes de Sines

Inscrições: lrodrigues@mun-sines.pt; 269 860 080

 

sublinhar - marta cerqueira - foto divulgacao.materiais diversos
foto: divulgação/Materiais Diversos

Espectáculo

17 de Novembro | 17h00| Centro Cultural do Cartaxo

SubLinhar, de Marta Cerqueira

Preço: 3€

Para crianças a partir dos 6 anos

«Esta é a primeira criação de Marta Cerqueira pensada para crianças. Neste espectáculo fala-se, mas agora com o corpo. Um corpo que desenha e sublinha as linhas que nos rodeiam, revelando múltiplos sentidos.» Materiais Diversos

Criação Marta Cerqueira

Mais info: Materiais Diversos

Nota: O espectáculo é seguido de uma conversa com a equipa artística

 

um ponto que dança - sara anjo - imagem silvia prudencio
Imagem: Sílvia Prudêncio

Oficina

17 e 18 de Novembro | 11h00 | Sala Bernardo Sassetti do São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

Preço: 2€

Para crianças dos 3 aos 6 anos (dia 17) e dos 6 aos 10 anos (dia 18)

Formação

17 de Novembro | 14h00 | Sala Bernardo Sassetti do São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

Entrada livre, sujeita a inscrição

Para educadores e formadores

Um Ponto que Dança, de Sara Anjo

«“Lembro-me de viver numa ilha um ponto, no meio do mar.” É assim que começa a história do livro Um Ponto que Dança, que acompanha o movimento da vida desse ponto: conta as suas danças de pequeno até adulto, os desafios para encontrar um lugar no mundo e, finalmente, a sua liberdade. Na verdade, esta história é a de uma criança que, ao crescer até à idade adulta, se imagina um ponto ligado a tudo à sua volta por entre outros mil pontos.

Através do livro Um Ponto que Dança, esta oficina de Sara Anjo trabalha a imensidão dos movimentos, desde os mais pequenos e quase invisíveis, como o piscar de olhos ou o dobrar do dedo mindinho, até aos enormes, como o das nuvens no céu, ou o trânsito rápido e veloz dos carros na rua. A oficina procura, assim, um espaço de atenção à dança, de atenção ao que acontece no corpo e no mundo à nossa volta.» São Luiz Teatro Municipal

Criação e orientação Sara Anjo

Espaço cénico Martina Manyà

Desenho de som Artur Pispalhas

Mais info: São Luiz Teatro Municipal

Inscrições: maisnovos@teatrosaoluiz.pt

 

the art of losing - cristina ferreira gomes - foto companhia de dança de almada
foto: Companhia de Dança de Almada

Vídeodança

17 de Novembro | 18h00 | Livraria Arquivo, Leiria

Entrada livre

26 de Novembro | 17h30 | Mini-auditório Salgado Zenha, Coimbra

Preço: 4€

Inserido no Caminhos do Cinema Português

The Art of Losing, de Cristina Ferreira Gomes, pela Companhia de Dança de Almada

«Este projecto da Companhia de Dança de Almada, partiu de uma ideia original de Luís Malaquias e tem como base uma criação de São Castro, tendo como ponto de partida o poema One Art de Elizabeth Bishop. O convite à realizadora Cristina Ferreira Gomes surgiu na sequência do seu exemplar trabalho sobre a dança contemporânea.

Através da interdisciplinaridade e complementaridade de linguagens e métodos, procurou-se criar uma nova obra que experimenta a reflexão cinematográfica sobre a dança. Integralmente filmada no Pinhal de Leiria, pretende contribuir para consciencializar/alertar para questões de foro ambiental, social e cultural, e reflectir sobre a importância de saber como lidar com a perda.» Companhia de Dança de Almada

Realização Cristina Ferreira Gomes

Coreografia e música original São Castro

Interpretação Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias e Mariana Romão

Figurinos Nuno Nogueira

Imagem Luís Graciano, Cristina Ferreira Gomes e André Barreto

Som Joana Girão

Mais info: Livraria Arquivo; Caminhos do Cinema Português

Nota: A apresentação de dia 17 de Novembro conta com a presença de Luís Malaquias

 

oficinas de danças tradicionais - imagem - bailarico saloio - vortex mag
Imagem: Bailarico Saloio/Vortex Mag

Oficina

17 e 29 de Novembro | 15h00 e 19h00| Centro Cultural de Poceirão, Palmela

Oficinas de Danças Tradicionais, com Leónia de Oliveira

Entrada livre

Inserido no Semana(s) da Dança 2018

Orientação Leónia de Oliveira

Mais info: Semana(s) da Dança

 

tarara-tchim - dançarte - foto divulgação.DançArte
foto: divulgação/DançArte

Espectáculo

18 de Novembro | 15h30 e 16h30 | Cine-Teatro São João, Palmela

Tarará-Tchim!! – Dança e Música para Bebés, por DançArte

Preço: 5€

Para bebés até aos 3 anos

Inserido no Semana(s) da Dança 2018 – Estreia

«Sobe o pano e… “Tarará-tchim”! surgem as surpresas!

Minhas Senhoras, meus senhores e excelentíssimos BEBÉS, bem vindos!…

Tarará-tchim!, é um mundo de magia, ilusão e fantasia…

Entre sorrisos e gargalhadas, um cortejo de ideias divertidas.

Entre equilíbrios e desequilíbrios, jogos arriscados!

Entre saltos e brincadeiras, amigos coloridos que dançam e tocam. “Tarará-tchim!”

Repleto de surpresas e em constante transformação, este momento convida-vos… a ver, ouvir e sentir. Convida-vos a contemplar, dançar, tocar instrumentos e fazer amigos.

Apreciem, disfrutem e divirtam-se!» Semana(s) da Dança

Interpretação DançArte e Ária da Música

Mais info: Semana(s) da Dança

 

baile danças trandicionais do mundo - foto divulgação.cioff culturas mediterranicas
foto: CIOFF – Culturas Mediterrânicas

Danças de Grupo

18 de Novembro | 16h00 | Biblioteca Municipal de Palmela

Baile Danças Tradicionais do Mundo, com Leónia de Oliveira e Spring Fling Trio

Preço: 4€

Inserido no Semana(s) da Dança 2018 – Estreia

Organização Leónia de Oliveira

Convidado Spring Fling Trio

Mais info: Semana(s) da Dança

 

um saco e uma pedra - tania carvalho - foto tania carvalho
foto: Tânia Carvalho

Espectáculo-Vídeodança

18 de Novembro | 18h00 | Teatro Viriato, Viseu

Um Saco e Uma Pedra – Peça de Dança para Ecrã, de Tânia Carvalho

Preço: 3€

Inserido no NANT – New Age, New Time

«Vamos imaginar. Há uma peça de dança. Essa peça de dança tornou-se consciente da sua existência. Tornou-se um ser. Um ser independente, capaz de tomar decisões por si mesmo, sobre si mesmo. Decidiu ir ao cinema. Pelo caminho encontrou um saco e uma pedra. Agarrou o saco, agarrou a pedra, e levou-os consigo. Talvez viesse um dia a precisar deles. Fez o seu caminho, chegou ao cinema. Mas tinha por hábito estar do lado do palco, não do espectador. E foi por isso, e por mais nada, que saltou para o ecrã…» Tânia Carvalho

Argumento e realização Tânia Carvalho

Direcção de fotografia e edição Christo Roussev

Composição musical Diogo Alvim

Desenho de luz (em rodagem) Christo Roussev, Zeca Iglésias

Conceito de figurino Tânia Carvalho

Figurinos Aleksandar Protic

Interpretação André Santos, Leonor Hipólito, Ramiro Guerreiro, Petra Van Gompel, Bruno Senune, Luís Guerra, Bruna Carvalho, Jácome Filipe e Cláudio Vieira

Interpretação da banda sonora gravada Ana Pereira, Ana Filipa Serrão, Joana Cipriano, Hugo Paiva e Fernando Llopis Mata

Mais info: Teatro Viriato

 

quarta feira - claudia dias - foto bruno simao
foto: Bruno Simão

Espectáculo

21 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

Quarta-Feira: O Tempo das Cerejas, de Cláudia Dias

Preço: 5€

Inserido no NANT – New Age, New Time

«Uma data de placas de gesso laminado, como se uma bola gigante tivesse caído num chão de pladur. Cláudia Dias e Igor Gandra constroem, em Quarta-feira: O tempo das cerejas (terceira criação do projecto “Sete Anos Sete Peças”), um cenário recorrendo ao mesmo material de construção usado em milhares de casas portuguesas, para logo de seguida começarem a desconstruir. Os artistas procuram assim fazer uma alusão directa a todos os assuntos que são varridos para baixo do tapete ocidental. Ao mesmo tempo procuram aproximar os portugueses às crateras abertas pelos mísseis e bombardeamentos que acontecem noutras partes do mundo. No meio do chão do palco, um olho negro, um sinal negativo que revela o que está por fazer.» Teatro Viriato

Direcção artística Cláudia Dias

Interpretação, cenário e marionetas Cláudia Dias e Igor Gandra

Assistência artística Karas

Realização plástica Eduardo Mendes

Oficina de construção Igor Gandra, Cláudia Dias, Karas, Eduardo Mendes, Daniela Gomes e Nádia Soares

Desenho de luz Nuno Borda de Água

Mais info: Teatro Viriato

 

tango na rua - foto divulgacao.juntadefreguesiadosolivais
foto: divulgação/Junta de Freguesia dos Olivais

Danças de Grupo

21 de Novembro | 21h30 | Casa da Cultura dos Olivais, Lisboa

Milonga – Baile de Tango, por Tango na Rua

Entrada livre

«A Casa da Cultura dos Olivais recebe o Tango na Rua.

Um grupo composto por pessoas de diferentes escolas de tango que organiza milongas.

Uma actividade que pretende dinamizar e divulgar o Tango argentino em Lisboa.» Junta de Freguesia dos Olivais

Orientação Tango na Rua

Mais info: Junta de Freguesia dos Olivais

 

a presença do texto - mickael de oliveira - foto divulgacao.teatro viriato
foto: divulgação/Teatro Viriato

Conferência

22 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

A Presença do Texto na Dança e no Teatro Contemporâneos, por Mickaël de Oliveira

Preço: 3€

Inserido no NANT – New Age, New Time

«No século XX, assistiu-se a uma reconfiguração da utilização do texto em cena, no teatro e na dança.

No teatro, o lado mais visível dessa manifestação talvez se encontre no próprio trabalho e função do ator, confrontado com processos de criação e objectos cénicos, nos quais a palavra assume a periferia de espectáculos não-dramáticos, pós-dramáticos, coreográficos, imagéticos e visuais ou ainda musicais.

Na dança, a figura do bailarino mudo começou a decorar texto e a dizê-lo em palco, a cantá-lo, ou ainda a escrevê-lo nos ensaios.

Tanto o actor como o bailarino viram igualmente a sua própria designação mudar nas fichas artísticas dos espectáculos. No entanto, se o actor ou o bailarino são o reflexo dessa transformação, o imaginário literário do encenador ou do coreógrafo ajudaram (e ajudam) a desenhar as suas estéticas de palco, vincando nelas uma ideia de teatro e/ou de dança.» Teatro Viriato

Conferência Mickaël de Oliveira

Mais info: Teatro Viriato

 

this is not ur cup - elizabeth lambeck - foto jorge ferreira
foto: Jorge Ferreira

Espectáculo

22 de Novembro | 21h30 | Teatro Aveirense, Aveiro

Preço: 3€

29 de Novembro | 21h30 | Theatro Circo, Braga

Preço: 5€

This is not ur cup, de Elisabeth Lambeck

«Eu ensino-vos o Super-Homem. O Homem é algo que deve ser superado. Que fizestes para superá-lo? Todos os seres, até agora, criaram algo acima de si próprios; e vós quereis ser a vazante dessa grande maré, e antes retroceder ao animal do que superar o Homem? O que é o macaco para o Homem? Uma gargalhada ou uma dolorosa vergonha. Exatamente isso deve o homem ser para o Super-Homem: uma gargalhada ou uma dolorosa vergonha.» Zaratustra em Assim Falou Zaratustra de Friedrich Nietzsche

Coreografia e cenografia Elisabeth Lambeck

Co-criação Maria Walser

Interpretação Elisabeth Lambeck e Maria Walser

Desenho e operação de luz Pedro Vieira Carvalho

Mais info: Teatro Aveirense; Theatro Circo

 

movimento prosodico - luiz antunes - foto margarida dias
foto: Margarida Dias

Conferência Encenada

23 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

Movimento Prosódico: Palavras Impregnadas de Texto e Imagem, de Luiz Antunes

Preço: 3€

Inserido no NANT – New Age, New Time – Estreia

«Partindo da comunicação apresentada em A presença do texto na dança e no teatro contemporâneos: do centro à margem da cena (FLUL/FMH-UL), esta é uma conferência coreografada, em estreia, que parte das ideias de prosódia como extensão expressiva do corpo e de palavra impregnada de imagem.

Na viagem pela história da dança até à criação contemporânea, palavra dançada ou movimento parafraseado cruzam-se, distanciam-se e transfiguram sons e imagens. Em palco, a palavra assume competência discursiva, forma física e a significância imagética deste uníssono captado pelo público.

Pode a prosódia ser extensão expressiva do corpo que se move, pode ser movimento em si ou uma forma de revisitar objectos familiares trazidos à lucidez pelo corpo inquietado.» Teatro Viriato

Conferência e coreografia Luiz Antunes

Mais info: Teatro Viriato

 

revolucoes - ne barros - foto divulgacao.23 milhas
foto: divulgação/23 Milhas

Espectáculo

23 de Novembro | 21h30 | Casa da Cultura de Ílhavo

Revoluções, de Né Barros

Preço: 5€

«O naufrágio da política, a arrogância dos poderosos, o reinado do falso, a vulgaridade dos ricos, os cataclismos da indústria, a miséria galopante, a exploração, o apocalipse ecológico… de nada estamos privados, nem sequer de estar informados de tudo isto…Todas as razões estão reunidas, contudo, não são as razões que fazem as revoluções; são os corpos. E os corpos estão diante dos ecrãs.» Comité Invisible

«Na sua escalada, as revoluções produzem um efeito de expansão que pode ter proporções gigantescas, mas podem também tratar-se de mudanças profundas e íntimas, mudanças invisíveis, podem produzir desilusões ou traumas, podem ser aberturas como fechamentos, podem ir da utopia às distopias. Este projecto de cruzamento disciplinar entre coreografia, instalação, imagem e música, conta com o colectivo Haarvöl e com a Digitópia, da Casa da Música. Em cena, são criados dispositivos que nos permitam viver as revoluções e as suas multiplicidades históricas e imaginárias.» Né Barros

Direcção e coreografia Né Barros

Instalação e música Häarvol

Música Digitópia

Direcção musical José Alberto Gomes

Piano Duarte Cardoso

Figurinos Né Barros e Manuel Casimiro

Desenho de luz José Álvaro Correia

Interpretação Deeogo Oliveira, Elisabete Magalhães, Francesca Perrucci, José Meireles, Júlio Cerdeira e Sónia Cunha

Mais info: 23 Milhas

 

clarao - circolando - foto divulgacao.circolando
foto: divulgação/Circolando

Espectáculo

23 e 24 de Novembro | 21h30 | Teatro de Vila Real

Clarão, de André Braga e Cláudia Figueiredo

Entrada livre

Inserido no Algures a Nordeste – Estreia

«Desenvolver uma reflexão sobre a ideia de ritual a partir do Serapeum de Panóias foi o desafio-convite na origem do projecto.

Complexo arqueológico de grande singularidade, situado nos arredores de Vila Real, Panóias é um intrigante espaço ligado aos inícios do sagrado, quando as grandes fragas e os grandes montes eram como que divinizados. Templo depois dedicado aos deuses severos e a Serápis fica associado aos mistérios do mundo subterrâneo e da vegetação. […]

Pedra, ar, sangue, cinzas, espectros, fantasmagorias, incubação de sonhos, clarões… Interessa-nos muito aprofundar este tempo dos princípios dos deuses, as visões panteístas e outras versões do sagrado difuso. Interessa-nos um universo nocturno, de medos e desconhecidos avassaladores. Interessam-nos os rituais de transe, de iniciação, a energia vermelha, o convite à “ultrapassagem dos seus próprios limites à procura do limiar”. […]» Circolando

Direcção André Braga

Dramaturgia Cláudia Figueiredo e Gonçalo Mota

Composição musical Pedro Augusto

Co-criação e interpretação Bruno Senune, Daniela Cruz, Valter Fernandes e grupo da comunidade local

Assistência de direcção Ricardo Machado

Concepção plástica André Braga e Pedro Azevedo

Vídeo Gonçalo Mota

Luz Cláudia Valente

Realização plástica Pedro Azevedo e Pedro Coutinho

Mais info: Teatro de Vila Real

Nota: Convite à Participação da Comunidade para a apresentação no no Teatro Municipal de Bragança, a 5 de Dezembro. Inscrições: producao-teatro@cm-braganca.pt ou bilheteira@cm-braganca.pt

 

danças com livros - dulce mauricio - foto divulgacao.mediotejo.net
foto: divulgação/mediotejo.net

Oficina

24 de Novembro | 11h00 | Biblioteca Municipal de Ourém

Danças com Livros, por Dulce Maurício

Preço: 2€

Inserido no programa de Danças Tradicionais e Movimento

Orientação Dulce Maurício

Mais info: CM Ourém

Nota: Oficina limitada a 10 participantes

 

bibi ha bibi - henrique furtado aloun marchal - foto Philippe Lebruman
foto: Philippe Lebruman

Espectáculo

24 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

Bibi Ha Bibi, de Henrique Furtado e Aloun Marchal

Preço: 5€

Inserido no NANT – New Age, New Time

«De bodysuit apertado, Aloun Marchal e Henrique Furtado medem-se dos pés à cabeça, enfrentam o olhar e lançam um grito do fundo das tripas. Face a face, numa proximidade simultaneamente cúmplice e provocadora, eles preparam-se. Exploram uma gama de sons e movimentos, da luta aos jogos infantis mais impertinentes, dos borborigmos às canções mais doces, da simples expiração ao grito bestial. O pas de deux desliza da violência regulada ao prazer da sensualidade, que são ambos baseados na escuta, na imitação e na troca de movimentos. Henrique Furtado e Aloun Marchal estão finalmente prontos…» Teatro Viriato

Concepção e interpretação Henrique Furtado e Aloun Marchal

Figurinos Camille Rosa em colaboração com Rozenn Lamand

Apoio dramatúrgico Céline Cartillier

Colaboração musical Jerzy Bielski

Desenho de luz Eduardo Abdala

Transmissão de cantos inuitas Marie-Pascale Dubé

Transmissão de dança do ventre Estela Ferreira

Transmissão de wrestling Bruno ‘Bammer’ Brito

Mais info: Teatro Viriato

 

truz truz - ana beatriz e patricia vieira - foto divulgacao.23 milhas
foto: divulgação/23 Milhas

Oficina

25 de Novembro | 10h00 | Casa da Cultura de Ílhavo

Truz, truz! Deixa-me Entrar, por Ana Beatriz e Patrícia Vieira

Preço: 3 a 4€

Para bebés dos 6 meses aos 3 anos

«A cidade de cartão é a paisagem de fundo para explorarmos e descobrirmos, de uma forma simples e divertida, os espaços do nosso corpo. Envolvendo-nos numa dança genuína e curiosa, despertamos o corpo do bebé para o movimento. Passeamos por esta cidade de cartão, andamos de carro e de barco, passamos por baixo de pontes e pelo meio de torres. Descobrimos os ritmos e sons do que nos rodeia até cair a noite na cidade de cartão.» 23 Milhas

Orientação Ana Beatriz e Patrícia Vieira

Mais info: 23 Milhas

Nota: Oficina limitada a 25 participantes

 

se nao sabe porque e que pergunta - joao fiadeiro e joaquim alexandre rodrigues - foto divulgação.teatro viriato
foto: divulgação/Teatro Viriato

Conversa

25 de Novembro | 17h00 | Teatro Viriato, Viseu

Se Não Sabe Porque É Que Pergunta?, com João Fiadeiro e Joaquim Alexandre Rodrigues

Entrada livre, sujeita a levantamento de bilhete

Inserido no NANT – New Age, New Time

«Se não sabe, porque é que pergunta? é uma frase que aparece no livro Silence, de John Cage onde ele relata uma conversa entre o pianista David Tudor e um aluno que faz um conjunto de perguntas insistentes. Após uma pausa, David Tudor responde “If you don’t know why do you ask?”. Esta frase foi ainda usada como título de um livro do pedopsiquiatra português João dos Santos, onde este transcreve um conjunto de conversas que manteve com crianças na sua prática clinica. Um pergunta que é acima de tudo uma provocação e uma afirmação de que nem sempre, para se aceder ao mundo e às suas manifestações, a resposta é a melhor conselheira. O mesmo acontece nas artes. O saber, sobretudo quando servido em modo de resposta pronta, mata a imaginação.»

A partir de um convite do Teatro Viriato, João Fiadeiro e Joaquim Alexandre Rodrigues conversam abertamente sobre a relação da dança (e da arte) contemporânea e o público.» Teatro Viriato

Mais info: Teatro Viriato

 

o que eu sou eu nao fui sozinho - joao fiadeiro e antonio alvarenga - foto divulgacao.teatro viriato
foto: divulgação/Teatro Viriato

Conversa-Performance

26 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

O Que Eu Sou Não Fui Sozinho, de João Fiadeiro e António Alvarenga

Preço: 3€

Inserido no NANT – New Age, New Time

«No palco, um sofá com uma mesa de centro com duas garrafas de água e dois copos. Por trás do sofá, um quadro com marcadores e ao seu lado, uma caixa com materiais vários e indefinidos. Sentados no sofá, duas pessoas conversam enquanto o público entra e se instala. A conversa é inaudível até ao momento em que é amplificada. As luzes alteram-se e do nada (e a meio), a apresentação tem início.

Semelhante a um talk-show, O que eu sou não fui sozinho foi apresentado pela primeira vez em 2000 em Lisboa. Na New Age, New Time, João Fiadeiro convida António Alvarenga, um economista viseense e colaborador de longa data, para (des)conversar em torno das questões que alimentam os seus encontros desde há anos, como “colaboração”, “decisão” ou “criatividade”.» Teatro Viriato

Mais info: Teatro Viriato

 

um encontro provocado - henrique carvalho - foto layza vasconcelos
foto: Layza Vasconcelos

Espectáculo

29 e 30 de Novembro | 21h30 | Teatro Viriato, Viseu

Um Encontro Provocado, de Henrique Carvalho, pela Companhia Paulo Ribeiro

Preço: 5€

Inserido no NANT – New Age, New Time – Estreia

«Reflectir sobre a violência foi o desafio que a Companhia Paulo Ribeiro lançou a Henrique Rodovalho, coreógrafo brasileiro. O resultado é Um encontro provocado que junta as duas nacionalidades tão próximas, mas tão distantes no que toca à violência. No Brasil, a violência – de todos os tipos e esferas – encontra-se em níveis alarmantes. Já Portugal é considerado um dos países mais seguros do mundo. Porquê esta diferença, actualmente, tão grande?

Quatro bailarinos portugueses e um coreógrafo brasileiro enveredam pelas particularidades e especificidades de Portugal e Brasil e, numa linguagem artística que não expressa a palavra, mas sim o que ela quer ou que não consegue dizer, questionam níveis e reflexões inerentes à ausência e à presença dessa mesma violência.» Teatro Viriato

Coreografia, cenografia e desenho de luz Henrique Rodovalho

Interpretação Margarida Belo Costa, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva

Mais info: Teatro Viriato

 

menos 21 - foto carlos fernandes
foto: Carlos Fernandes

Exposição

14 de Setembro a 15 de Dezembro | Foyer do Teatro Viriato, Viseu

Menos 21, de Carlos Fernandes

Entrada livre

«Para fixar o Reencontro, promovido pelo Teatro Viriato em 2016, na história da dança contemporânea, surge Menos 21.

Uma exposição de Carlos Fernandes que contraria a efemeridade do evento através da fotografia e fixa para sempre o movimento de quatro dos mais representativos coreógrafos da Nova Dança PortuguesaTeatro Viriato

Mais info: Teatro Viriato

 

para uma timeline a haver - foto jose alfredo
foto: José Alfredo

Exposição

14 de Setembro a 15 de Dezembro | Foyer do Teatro Viriato, Viseu

Para uma Timeline a Haver – Genealogias da Dança enquanto prática artística em Portugal, de Ana Bigotte Vieira e João dos Santos Martins

Entrada livre

«Delinear a história da dança em Portugal nos séculos XX e XXI de forma comparada, colocando lado a lado eventos nacionais e internacionais de vários âmbitos, foi uma das metas de Ana Bigotte Vieira e João dos Santos Martins com a investigação Para uma Timeline a HaverTeatro Viriato

Mais info: Teatro Viriato

 

pedra - foto patrícia blazquez
foto: Patrícia Blázquez

Formação

P.E.D.R.A – Projecto Educativo em Dança de Repertório para Adolescentes, com Francisco Camacho

Inscrições abertas até 30 de Novembro | Lisboa, Porto e Viseu

«P.E.D.R.A é um projecto de dança contemporânea, desenvolvido entre Janeiro e Abril, destinado a jovens entre os 15 e os 18 anos, com ou sem experiência artística. Tem como ponto de partida o convite à participação de um coreógrafo de renome nacional, que disponha de um repertório que possa ser descoberto por esse grupo. Nesta edição será Francisco Camacho. O processo é desenvolvido em simultâneo em 3 cidades (Lisboa, Porto e Viseu), num regime de co-criação entre os participantes e um coreógrafo local, com o acompanhamento do coreógrafo convidado.

A escolha do repertório é livre, ainda que limitada ao trabalho que o coreógrafo convidado privilegie. O programa termina com a apresentação de um exercício a partir da interpretação, leitura e fruição desse repertório. Esta é a segunda de três edições deste projecto, co-produzido pela Culturgest (Lisboa), pelo Teatro Municipal do Porto (Porto) e pelo Teatro Viriato (Viseu). Em cada cidade é seleccionado um grupo de participantes e anualmente uma das estruturas é também a anfitriã.» P.E.D.R.A

Mais info: Culturgest; Teatro Municipal do Porto; Teatro Viriato

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