Dançar Não Tem Preço: espectáculos e eventos de dança gratuitos ou até 5€ | SETEMBRO

Em Setembro há muita dança à sua espera! Aqui pode encontrar inúmeras oportunidades para dançar e ver dançar o mês inteiro, em todo o país!

Queremos incluir nesta agenda mensal espectáculos/performances de todo o país. Para divulgação, por favor envie informações para: redacao@lescorpsdansants.com.

AGENDA DE SETEMBRO

dancas latinas - foto jose frade
Foto: José Frade

Danças de Grupo

2 de Setembro | 18h00 | Pala do Pavilhão de Portugal, Parque das Nações, Lisboa

Danças Latinas, por Diana Castanhas e Angel Rojas

Entrada livre

Inserido no Dançar a Cidade – Lisboa na Rua

Salsa ou merengue? Estas são as duas opções que o programa de Dançar a Cidade oferece para esta tarde de domingo… Basta aparecer e deixar-se levar pelo ritmo dos professores escolhidos!

Mais info: Cultura na Rua

Grupo de Dança Roda Viva
Foto: divulgação/Artes à Rua

Danças de Grupo

3 de Setembro | 22h00 | Praça do Sertório, Évora

Grupo de Dança Roda – Viva

Entrada livre

Inserido no Artes à Rua

«Uma das expressões artísticas mais antigas da Humanidade é a dança. Todos os povos dançam, todos têm necessidade de libertar energias ao mesmo tempo que libertam a mente. A dança é a simbiose entre estas duas coisas. Tal como a humanidade, também a dança evoluiu ao longo dos tempos, criou movimentos e posições consoante os povos que a praticavam e ainda não deixou de evoluir.» Roda – Viva

Este grupo de dança escolheu abraçar as danças latinas e as de salão para fazer dos seus encontros uma festa. O convite é lançado a todos os que se queiram juntar ao grupo, basta aparecer.

Orientação do Baile Charly-CdanCé (José Luís Pereira Oviedo)

Mais info: CM Évora

antropocenas - rita natalio e joao dos santos martins - foto jose carlos duarte 4
Foto: José Carlos Duarte

Dança-Performance-Conferência

6 de Setembro | 22h00 | Teatro Garcia de Resende, Évora

Antropocenas, de Rita Natálio e João dos Santos Martins

Entrada livre

Inserido no Artes à Rua

«Partindo-se da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que humanos pudessem dançar sobre ele, Antropocenas é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história de arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppoRita Natálio

Concepção e curadoria Rita Natálio e João dos Santos Martins

Proposta inicial e texto Rita Natálio

Dança Ana Pi, Ana Rita Teodoro e João dos Santos Martins

Artes Visuais Pedro Neves Marques

Música Winga Kan

Assistência dramatúrgica e de ensaios Joana Levi

Performer-conferencista Jota Mombaça AKA Mc Katrina

Escultura Alexandra Ferreira

Participação especial Maria Inês Gameiro, Pedro Fazenda e Ana Paços

Luz Eduardo Abdala

Som Hugo Valverde e Ricardo Crespo

Mais info: CM Évora

street dance fest - ha vida no bairro - imagem divulgacao 2
Imagem: divulgação

Festival

7 e 8 de Setembro | Av. de Roma, Av. da Igreja e Mercado Jardim (antigo Mercado do Levante), Lisboa

Street Dance Fest

Entrada livre

Inserido no Há Vida no Bairro | Lisboa na Rua

«Alvalade recebe o Street Dance Fest, um festival de dança que promete espalhar pelas ruas uma energia contagiante, à qual ninguém vai conseguir resistir.» Junta de Freguesia de Alvalade

Neste festival, cada canto do bairro será invadido por apresentações de dança, mas também de teatro, música e muitos outros momentos. Sem dúvida um festival para todos!

Mais info: Junta de Freguesia de Alvalade

walking with kylian. never stop searching - paulo ribeiro - foto josé alfredo
Foto: José Alfredo

Espectáculo

8 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Bragança

15 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Vila Real

Walking with Kylián. Never Stop Searching, de Paulo Ribeiro

Entrada livre com bilhete

Inserido no Algures a Nordeste

«Um passeio com Jiří Kylián. É assim que Paulo Ribeiro apresenta a sua nova criação de homenagem a um coreógrafo que respira o presente e exala a intemporalidade, alguém que carrega uma mão divina. Um coreógrafo que é – para Paulo Ribeiro – uma referência maior, com quem o coreógrafo português quer comunicar, partilhar, passear intensamente.

Em Walking with Kylián. Never Stop Searching, Paulo Ribeiro aproxima-se de Jiří Kylián, do que está por trás das suas obras, para refletir sobre a diversidade das suas linguagens coreográficas, especialmente, sobre a diferença entre elas; mas também sobre a eficácia da linguagem e do pensamento no ato da criação. Uma coreografia para cinco intérpretes e a mão de Deus…» Companhia Paulo Ribeiro

Coreografia Paulo Ribeiro

Assistência ao coreógrafo Ana Jezabel

Interpretação Ana Jezabel, André Cabral, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva

Desenho de luz Nuno Meira

Música Jesús Rueda; David del Puerto; Robert Wyatt; Benjamin de La Fuente; James MacMillan, Scottish Chamber Orchestra e Joseph Swensen; Pablo Casals e Riccardo Nova

Mais info: Teatro Municipal de Bragança; Teatro Municipal de Vila Real

Bilhetes disponíveis a partir de 1 de Setembro

se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a - victor hugo pontes - foto 1
Foto: José Caldeira

Espectáculo

8 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Vila Real

14 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Bragança

Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a, de Victor Hugo Pontes

Entrada livre com bilhete

Inserido no Algures a Nordeste

«A Gaivota, de Anton Tchékhov, é o ponto de partida para esta criação de dança de Victor Hugo Pontes, embora aqui não se trate de transpor o enredo para o movimento, ou de moldar as personagens a uma linguagem artística distinta do teatro. Um texto enquanto ponto de partida – uma das peças mais importantes da contemporaneidade – é o desafio a que o coreógrafo se propõe. O texto de A Gaivota é, entre muitas outras coisas, uma sucessão de tentativas de criação e de existência: a reflexão sobre o acto criativo é um dos pontos mais fortes desta peça de Tchékhov, e um dos que mais interessa a Victor Hugo Pontes. Depois, há a composição de enredos a partir de acontecimentos banais, o desenho das personagens enquanto seres humanos comuns e o jogo do acto criativo, numa espécie de teatro-dentro-do-teatro avant la lèttre. N’A Gaivota como em Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a, o trivial torna-se trágico, a vida comum torna-se criação.» Nome Próprio

Direcção e coreografia Victor Hugo Pontes

Cenografia F. Ribeiro

Desenho de luz e direcção técnica Wilma Moutinho

Música original Rui Lima e Sérgio Martins

Apoio dramatúrgico Madalena Alfaia

Assistente de coreografia Marco da Silva Ferreira

Interpretação Ángela Diaz Quintela, António Matos, Daniela Cruz (Teatro de Vila Real), Félix Lozano, João Cardoso, Leonor Keil, Liliana Garcia (TM de Bragança), Marco da Silva Ferreira, Valter Fernandes, Vera Santos e Victor Hugo Pontes

Mais info: Teatro Municipal de Vila Real; Teatro Municipal de Bragança

Bilhetes disponíveis a partir de 1 de Setembro

dancas ibericas - foto jose frade
Foto: José Frade

Danças de Grupo

9 de Setembro | 18h00 | Miradouro da Capela de Santo Amaro, Alcântara, Lisboa

Danças Ibéricas, por João Lara

Entrada livre

Inserido no Dançar a Cidade – Lisboa na Rua

Alguma vez experimentou dançar sevilhanas ou flamenco? Não…? Então esta é uma oportunidade única para o fazer. Venha aprender com um professor experimente enquanto gozar de uma vista privilegiada sobre o Tejo.

Mais info: Cultura na Rua

isadora duncan - encontros imaginarios - foto isadora duncan international institute
Imagem: Isadora Duncan International Institute

Leitura Encenada

10 de Setembro | 21h30 | Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, Amadora

Sidónio Pais, Luis Buñuel e Isadora Duncan, de Hélder Costa

Entrada livre

Inserido no ciclo Encontros Imaginários

«Aqui não há textos decorados, não há cenários, não há iluminação, apenas o confronto de ideias através de personagens marcantes da História da Humanidade. Desta vez estarão em palco:

Sidónio Pais (1872-1918) | Presidente da república entre Abril e Dezembro, de 1918. (…) Sidónio é considerado um percursor dos fascismos europeus e um antepassado ideológico de Salazar.

Luís Buñuel (1900-1983) | Surrealista, anarquista e anti-franquista, foi companheiro de Frederico Garcia Lorca e Salvador Dalí. Consagrou-se como cineasta com uma ampla carreira internacional (…).

Isadora Duncan (1877-1927) | Coreógrafa e bailarina norte-americana, a maga da dança moderna, professora de uma escola em Moscovo para crianças pobres apoiada por Lenine, espalhará a beleza e a poesia neste confronto ácido entre os seus companheiros de debate.» Teatro A Barraca

Mais info: CM Amadora

a meio da noite - olga roriz - foto alipio padilha
Foto: Alípio Padilha

Espectáculo

12 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Vila Real

19 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Bragança

A Meio da Noite, de Olga Roriz

Entrada livre com bilhete

Inserido no Algures a Nordeste

«A 14 de Julho de 1918 nascia Ingmar Bergman. Poucos realizadores conseguiram encontrar profundidade no interior do ser humano. Os seus sonhos cheios de pesadelos foram a base inspiradora de muitos dos seus filmes, onde nos quais espaço e tempo se desvanecem do real. A impossibilidade de comunicação, a religião e a morte são as temáticas mais obsessivas de Bergman. No entanto, o que é mais importante na vida do realizador é a comunicação que conseguimos com outros seres humanos: sem isso estaríamos mortos. (…)

A meio da noite, sendo um espectáculo que se propõe abordar a temática existencialista do encenador e cineasta Ingmar Bergman, é simultaneamente uma peça sobre o processo de criação numa procura incessante de si próprio e dos outros.

Sete intérpretes encontram-se para partilhar as suas pesquisas sobre a obra do realizador e criarem, colectiva ou individualmente, cenas que possam integrar um futuro espetáculo.

À volta de uma mesa/ilha, fecham-se nos seus pensamentos, mergulhados nos computadores, nos livros, nos vídeos. Tudo nasce desse huis clos de criação: o som, a luz, as imagens, as ações e contradições, dramas, pesadelos e fantasmas. As camadas de representação acumulam-se, criando tramas dramatúrgicas onde se mistura a mentira com a verdade dos factos.» Olga Roriz

Direcção Olga Roriz

Interpretação André de Campos, Beatriz Dias, Bruno Alexandre, Bruno Alves, Catarina Câmara, Francisco Rolo e Rita Calçada Bastos

Banda sonora Johann Sebastian Bach, Erik Satie, Primal Scream, Michelle Gurevich, Franz Schubert, Frédéric Chopin, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Richard Wagner, Dolf van der Linden, Erhard Bauschke, Giovanni Fusco, Jefferson Airplane, excertos sonoros do filme Metropolis (1927) de Fritz Lang, Persona (1966) de Ingmar Bergmar e entrevista a Ingmar Bergman

Selecção musical Olga Roriz, João Rapozo e intérpretes

Cenografia e figurinos Olga Roriz e Ana Vaz

Desenho de luz Cristina Piedade  

Vídeo Olga Roriz e João Rapozo

Desenho de som Sérgio Milhano

Apoio dramatúrgico Rita Calçada Bastos

Apoio vocal João Henriques

Assistência de ensaios Ricardo Domingos

Assistência de cenografia e figurinos Rita Osório

Mais info: Teatro Municipal de Vila Real; Teatro Municipal de Bragança

Bilhetes disponíveis a partir de 1 de Setembro

cioff - foto divulgação 2
Foto: divulgação/CIOFF

Festival

12 a 16 de Setembro | Parque de Jogos 1º de Maio, Alvalade, Lisboa

CIOFF – Culturas Mediterrânicas

Entrada livre

«O Festival CIOFF – Culturas Mediterrânicas é uma mostra cultural das tradições, usos e costumes dos países do Mediterrâneo e de in­fluência mediterrânica sob o mote “Mediterrâneo, Território dos 5 Sentidos”.

Durante 5 dias, 12 países, 400 artistas, 100 artesãos e produtores regionais, 100 técnicos, 25 conferencistas e cerca de 100 actividades trazem a Lisboa os sabores e saberes do Mediterrâneo.» CIOFF

Na programação estão incluídos diversos momentos de animação de rua e folclore nacional e internacional, mas também de músicas do mundo, exposições, cinema, artesanato e gastronomia.

Mais info: CIOFF

oceano - ainhoa vidal - foto estelle valente
Foto: Estelle Valente

Espectáculo

16 de Setembro | 10h00 e 12h00 | Teatro Aveirense, Aveiro

Oceano, de Ainhoa Vidal

Preço: 3€

Para bebés dos 6 meses aos 2 anos

«O público chega ao teatro como se fosse à praia, com as suas toalhas, baldes e chapéus. Entra na sala de espectáculos e encontra um mar, instalando-se à volta dele. Os pequenos são convidados a mergulhar nas suas profundezas, encontrando sereias, medusas, tubarões, caranguejos e cavalos-marinhos. Como as ondas, estes mergulhadores, viajarão sem perigo pelos fundos marinhos numa cenografia feita em croché.» Teatro Aveirense

Criação, interpretação, figurinos e apoio na cenografia Ainhoa Vidal

Música Pedro Gonçalves

Cenografia Carla Martínez

Criação de luz e vídeo Nuno Salsinha

Mais info: Teatro Aveirense

Nota: Cada sessão é limitada a 10 bebés

margem - victor hugo pontes - foto bruno simão
Foto: Bruno Simão

Espectáculo

16 de Setembro | 17h00 | Cine-Teatro Curvo Semedo, Montemor-O-Novo

Margem, de Victor Hugo Pontes

Entrada livre com bilhete

«Margem tem como inspiração o romance de 1937 de Jorge Amado, Capitães de Areia, que retrata um grupo de crianças e adolescentes abandonados que vivem nas ruas de São Salvador da Baía, roubando para comer, e dormindo num trapiche – um armazém onde, como uma espécie de família, se protegem uns aos outros e sobrevivem a um dia de cada vez. 80 anos depois da publicação do livro, quisemos questionar quem são os novos capitães de areia, inspirando-nos na realidade social destas crianças, e conscientes de que nem sempre há finais felizes.» Nome Próprio

Direcção Victor Hugo Pontes

Texto Joana Craveiro

Cenografia F. Ribeiro

Música Marco Castro e Igor Domingues (Throes + The Shine)

Direcção técnica e desenho de luz Wilma Moutinho

Interpretação Alexandre Tavares, André Cabral, David S. Costa, Hugo Fidalgo, João Nunes Monteiro, José Santos, Magnum Soares, Marco Olival, Marco Tavares, Nara Gonçalves, Rui Pedro Silva e Vicente Campos

Estagiários Beatriz Baptista (Ginasiano Escola de Dança) e João Filipe Abreu (FCSH)

Consultoria artística Madalena Alfaia

Mais info: O Espaço do Tempo

Bilhetes disponíveis a partir de 10 de Setembro no Posto Municipal de Turismo

dancas africanas - foto jose frade
Foto: José Frade

Danças de Grupo

16 de Setembro | 18h00 | Jardim Eucaliptal de Benfica, Lisboa

Danças Africanas, por Avelino Chantre e Stella Capapelo

Entrada livre

Inserido no Dançar a Cidade – Lisboa na Rua

Há muito que a kizomba, o funaná e outras danças africanas conquistaram as pistas de dança portuguesas. Ainda não lhes apanhou o jeito? Então apareça para aprender as dicas desta dupla de professores.

Acompanhamento em percussão Kabum e Mestre Capitão

Mais info: Cultura na Rua

home 2.0 - claudia martins e rafael carriço - foto nuno abreu
Foto: Nuno Abreu

Espectáculo

19 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Vila Real

21 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Bragança

HOME 2.0, de Cláudia Martins e Rafael Carriço

Entrada livre com bilhete

Inserido no Algures a Nordeste

«Inspirada na obra do Dr. Phyllis J. Johnson At Home in Space, HOME 2.0 aborda a íntima relação do astronauta com a terra, a natureza e os afectos. À descoberta do espaço ele encontra formas de colmatar essas ausências, no meio do universo… “Home is Where the Astronaut Is.”

É uma peça que se impõe por uma linguagem corporal e uma plasticidade cénica contemporâneas, que aliadas a uma forte componente multimédia mergulham no futuro, na habitabilidade de novos planetas, nos multiuniversos.» Vortice Dance Company

Direcção, coreografia e interpretação Cláudia Martins e Rafael Carriço

Cenografia, videografia, sonoplastia e desenho de luz e audiovisuais Rafael Carriço

Figurinos Cláudia Martins

Direcção técnica Nuno Martins

Direcção de cena Paulo Formiga

Mais info: Teatro Municipal de Vila Real; Teatro Municipal de Bragança

Bilhetes disponíveis a partir de 1 de Setembro

viagem sentimental - francisco camacho - foto divulgacao
Foto: divulgação/Festival Todos

Espectáculo

20 a 22 de Setembro | 21h00 | Sala dos Gessos do Museu Militar, Campo de Santa Clara, Lisboa

Viagem Sentimental # São Vicente de Fora, de Francisco Camacho

Preço: 3€

Inserido no Festival Todos

«Viagem Sentimental # São Vicente de Fora centra-se na pesquisa da freguesia lisboeta para a construção de um espectáculo que reflecte a observação de elementos que definem a cultura local e aspectos da História de Portugal. Um percurso por espaços militares que conta com a gratificante companhia de adolescentes e adultos de várias culturas e nacionalidades, chegados ao projecto através da colaboração com o Conselho Português do Refugiado, a Santa Casa da Misericórdia e a Câmara Municipal de Loures.» Francisco Camacho

Coreografia e interpretação Francisco Camacho

Assistência artística Liliana Garcia e Beatriz Dias

Direcção técnica e desenho de luz Hugo Coelho

Mais info: Festival Todos

ponto omega - ricardo machado e madalena victorino - foto divulgacao
Foto: divulgação/Festival Todos

Espectáculo

22 e 23 de Setembro | 15h00, 15h30, 17h00 e 17h30 | Trienal de Arquitectura de Lisboa, Palácio Sinel de Cordes, Campo de Santa Clara, Lisboa

Ponto Ómega, de Ricardo Machado e Madalena Victorino

Preço: 3€

Inserido no Festival Todos

«Haverá uma zona que está algures entre o feminino e o masculino. Um sítio de indefinição, ponto de chegada do feminino e ponto de partida do masculino, ou vice-versa. Este ponto ómega é um lugar neutro, onde a questão da sexualidade está numa espécie de parêntesis. Baliza-se tudo o que está em jogo, mas num equilíbrio peculiar.» Ricardo Machado e Madalena Victorino

Criação Ricardo Machado e Madalena Victorino

Interpretação Ricardo Machado e Mia Distonia

Música Pedro Salvador

Mais info: Festival Todos

festival mudanca - foto divulgacao 2
Foto: divulgação/Festival MuDança

Festival

22 de Setembro | 16h00 | Quinta das Conchas, Lisboa

Festival MuDança

Entrada livre

«“Mudança” é o mote para este evento anual que mudou a Alta de Lisboa através da música e da dança, transformando um projecto de intervenção social que abria palcos a jovens artistas locais, num palco partilhado, que espelha a diversidade do panorama artístico e cultural da cidade.» Cultura na Rua

Mais info: Cultura na Rua

o que nos distingue - sara ferreira - foto divulgacao 2
Foto: divulgação/Sara Ferreira

Espectáculo

22 de Setembro | 21h30 | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

O que nos distingue, de Sara Ferreira

Preço: 4€

«O que nos distingue… é o modo como se expressa a nossa alma naquilo que fazemos. Ensinando com a alma, a professora Neuza Rodrigues marcou gerações!» Sara Ferreira

Este espectáculo que a pretende homenagear pelos seus 25 anos de ensino em Vila Nova de Famalicão.

Direcção criativa, técnica e artística Sara Ferreira

Criação coreográfica Sara Ferreira, Francisca Martins e todas as alunas

Coordenação executiva Ana Luísa Peixoto

Figurinos Andreia Oliveira

Execução de guarda-roupa Manuela Andrade

Criação e execução de adereços Ana Luísa Peixoto e Manuela Andrade

Maquilhagem Ana Pereira

Mais info: Casa das Artes de VN Famalicão

fobos - bruno duarte - foto pedro soares 1
Foto: Pedro Soares

Espectáculo

26 de Setembro | 15h00 | Teatro Municipal de Bragança

29 de Setembro | 16h00 | Teatro Municipal de Vila Real

Fobos, de Bruno Duarte

Entrada livre com bilhete

Inserido no Algures a Nordeste

«O medo, sentimento universal, tão avassalador quanto essencial.

Acompanha-nos diariamente e faz-nos muitas vezes questionar a nossa coragem.

Mas existem medos muito diferentes, entre materiais e abstractos, entre os que precisam de ser conquistados e os que são essenciais à sobrevivência.

Fobos é um mergulho no desconhecido, uma tentativa de compreender aquilo que nos assusta e porque nos assusta. É uma caixa cheia de desconhecido.

Fecha os olhos. Dá um passo em frente!» Companhia de Dança de Almada

Coreografia Bruno Duarte

Apoio à concepção do projecto Ana Macara e Maria João Lopes

Texto José Jorge Letria

Desenho de luz Cláudia Rodrigues

Assistência ao coreógrafo e ensaios Maria João Lopes

Selecção e edição musical Bruno Duarte

Figurinos Alexandra Monteiro

Adereços e cenário Companhia de Dança de Almada

Interpretação Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão e Raquel Tavares

Mais info: Teatro Municipal de Bragança; Teatro Municipal de Vila Real

Bilhetes disponíveis a partir de 1 de Setembro

what if - daniela cruz - foto jose caldeira
Foto: José Caldeira

Espectáculo

26 de Setembro | 21h30 | Teatro Aveirense, Aveiro

What if…, de Daniela Cruz

Preço: 3€

«Uma consulta no psicólogo.

Dois intérpretes, duas personagens, duas presenças. Um paciente e um observador ativo que faz despoletar uma série de ações.

Interação física, pouca. Surge um dueto a solo…

[Sala vazia]

A entrada é um momento suspenso.

Todas as salas são assim, todas em que entrei.

Naquela fronteira procura-se uma solução para a viagem solitária que nunca se teve a coragem de realizar. O passaporte são pensamentos, os mesmos que congestionam e que se atropelam por estarem parados. É entregue à entrada da sala e espera-se que as palavras aconteçam como um banho de sal que disfarça as mazelas de um corpo dorido.

E, palavra a palavra, o vazio será arrebatado.» Daniela Cruz

Criação Daniela Cruz

Interpretação Ángela Diaz Quintela e Daniela Cruz

Aconselhamento artístico Cristina Planas Leitão

Mais info: Teatro Aveirense

saudade - daniel cardoso - foto cristina cardoso 1
Foto: Cristina Cardoso

Espectáculo

27 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Vila Real

29 de Setembro | 21h30 | Teatro Municipal de Bragança

Saudade, de Daniel Cardoso

Entrada livre com bilhete

Inserido no Algures a Nordeste

«Saudade é a dor de uma ausência, o desejo de algo ou de alguém de que se está privado. É nostalgia, melancolia, lembrança de pessoas ou coisas distantes ou até extintas, e o grande desejo de tornar a elas. Palavra de difícil tradução em outras línguas, está na essência do povo português que sempre partiu por diversas razões (por heroísmo, descoberta, sobrevivência) deixando sempre uma parte de si na sua terra e a vontade de a ela regressar.

Um trabalho coreográfico com direcção artística e coreografia de Daniel Cardoso, também inspirado na obra literária de Luiz Vaz de Camões. Saudade pretende voltar à origem, numa mistura de sentimentos, pedaços de dor, alegria, solidão, amizade, desamparo e amor. E tudo isto deixando-nos levar pelas 12 cordas de uma guitarra portuguesa.» Quorum Ballet

Coreografia e conceito Daniel Cardoso
Interpretação Beatriz Graterol, Ester Gonçalves, Filipe Narciso, Inês Godinho, Ísis de Sá, Pedro Jerónimo e Rafael Oliveira
Arranjo e adaptação musical André Santos
Voz Joana Melo
Guitarra portuguesa Luís Coelho
Criação e desenho de figurinos Nuno Gama
Execução de figurinos Helena Pereira
Espaço cénico Daniel Cardoso e Hugo Matos
Desenho de luz Daniel Cardoso
Equipa técnica Rui Daniel
Mais info: Teatro Municipal de Vila Real; Teatro Municipal de Bragança

Bilhetes disponíveis a partir de 1 de Setembro

from afar it was an island - joao fiadeiro - foto josé caldeira
Foto: José Caldeira

Espectáculo

29 de Setembro | 21h30 | Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco

From Afar It Was An Island, de João Fiadeiro

Preço: 5€

«De longe, aquilo que os performers dizem e fazem, aparenta fazer sentido. Há, nos seus deslocamentos, uma lógica – uma sensação de princípio, meio e fim – que reconhecemos nos nossos corpos e nos corpos com que nos habituamos a interagir (reais ou ficcionais, presentes ou ausentes). Mas à medida que o tempo avança, percebemos que eles dirigem-se para nenhum lado e que não representam nada mais do que as suas presenças. Não quer dizer que andem em círculos. Eles deslocam-se e dirigem-se para algum lugar. Mas o lugar para onde vão é aquele de onde nunca saíram. Um lugar onde o tempo está, ao mesmo tempo,
suspenso e em expansão. Onde o fim e princípio se confundem, o dentro e o fora se invertem e o centro e a periferia se misturam. Se formos bem sucedidos (se encontrarmos esse lugar e o conseguirmos partilhar), cumprimos aquela que nos parece ser a única função de uma obra de arte: oferecer-se de forma a ser imaginada.» João Fiadeiro

Conceito e direcção João Fiadeiro

Co-direcção Carolina Campos

Performance e co-criação Adaline Anobile, Carolina Campos, Iván Haidar, Julián Pacomio e Nuno Lucas

Espaço cénico Nadia Lauro

Espaço sonoro Jonathan Saldanha

Desenho de luz e direcção técnica Leticia Skrycky

Dramaturgia Leonardo Mouramateus

Assistência de figurinos Gabriela Forman

Objectos Bruno Bogarim

Mais info: Cultura Vibra

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